Feira de Santana: edição 2016 do São Pedro de Jaíba encerrado com bom público e muito forró

São Pedro de Jaíba encerrado com bom público e muito forró.

São Pedro de Jaíba encerrado com bom público e muito forró.

“Êta São Pedro porreta esse de Jaíba. Ano que vem tem mais”. O elogio e a promessa de uma bela festa em 2017 foram feitos pelo forrozeiro Zé Araújo, na noite de encerramento dos festejos do Arraiá de Feira de Santana. Mostrando ser um dos defensores do autentico forró, Zé Araujo cantou e tocou sucessos de Gonzagão e de Dominguinhos.

“Esse é um momento único pra gente. Fazer uma apresentação na nossa cidade, principalmente em um distrito com tanta gente animada, cantado pra esse povo é um verdadeiro presente”, disse Zé. A banda Colher de Pau foi a segunda a se apresentar no palco do segundo e ultimo dia. Com mais de 20 anos de estrada, abriu a noite, apresentando sucessos como “Que Sorte a Nossa” e “Fiquei Sabendo”. Com CD novo lançado, gravado ao vivo, a banda está com duas músicas de trabalho: “O Copo Está no Alto” e “É Hoje”.

O cantor Zay Rios, vocalista da Colher de Pau, revelou que o show foi preparado nas diferentes vertentes do forró, passeando pelo pé de serra, pelo forró romântico e também pelo vaneirão. Também executou canções próprias, dentre elas a consagrada “Homem não trai”, “Casadas” e “Amore Mio”. E encerrou a apresentação com a musica “Superfantástico”, consagrada pelo grupo Balão Magico.

O forrozeiro Arnaldo Farias foi a terceira atração da noite. Com a sanfona no peito e poesias embaladas pelo contagiante forró pé-de-serra, ele varou a madrugada junto com o público na maior animação, esquentando ainda mais a noite fria no distrito de Jaíba

O forrozeiro potiguar, pai de 18 filhos, cantou e decantou antigos e inesquecíveis sucessos de Luiz Gonzaga, que de tão populares se tornaram hinos da música nordestina. Além do fole de 18 baixos, que domina como poucos, estava acompanhado por uma banda simples, como convém ao autêntico forro: um zabumbeiro de primeira qualidade e um tocador de triângulo que não deixou furos na marcação.

O cantor é um dos grandes defensores da obra de Luiz Gonzaga, mas prestou homenagem ao Trio Nordestino, outro marco da música popular nordestina. E do trio baiano cantou vários sucessos que, igual aos cantados pelo velho Lua, atravessa gerações, mas parece que está mais do que atual.

O forrozeiro Pepita do Acordeon encerrou as apresentações animando o público com belíssimo show. No palco, além de cantar e tocar acordeom, ele também fez demonstrações com zabumba, triângulo e guitarra.

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