Vereador cobra posição do governo sobre limites territoriais entre Feira de Santana e São Gonçalo

Edvaldo Lima dos Santos: se tivessem direitos constituídos como determinam a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Município, certamente as comunidades do Parque Viver, Jardim Aliança e toda aquela região ali não estavam aqui nesta Casa pedindo a demarcação da área.

Edvaldo Lima dos Santos: se tivessem direitos constituídos como determinam a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Município, certamente as comunidades do Parque Viver, Jardim Aliança e toda aquela região ali não estavam aqui nesta Casa pedindo a demarcação da área.

Na sessão legislativa desta terça-feira (24/05/2016), após o pronunciamento do edil Isaías de Diogo (PSC) sobre a falta de definição dos limites territoriais entre Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos, o vereador Edvaldo Lima (PP) disse que a população não tem direitos, apenas deveres no município.

Para o edil, se os moradores que se encontram na divisa entre os municípios supracitados “tivessem direitos constituídos como determinam a Constituição Federal e a Lei Orgânica do Município, certamente as comunidades do Parque Viver, Jardim Aliança e toda aquela região ali não estavam aqui nesta Casa pedindo a demarcação da área, para saber a qual cidade pertencem: Feira ou São Gonçalo”.

Edvaldo informou que, durante uma reunião que participou com estas comunidades, “99,99%” dos moradores disseram que pertenciam a Feira de Santana. “Apenas um morador disse que era de São Gonçalo”. O vereador observa que não há alternativa, “o Governo do Município tem obrigação de atender a comunidade de lá do Parque Viver, Jardim Aliança e toda aquela região”, avalia.

O edil se colocou à disposição para acompanhar uma comissão de moradores que irá amanhã (25) na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia reivindicar dos deputados uma definição dos limites territoriais  entre  Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos.

Em aparte, o edil Justiniano França (DEM) lembrou que uma comissão de vereadores da Casa da Cidadania e o prefeito José Ronaldo de Carvalho (DEM) já estiveram na Assembleia Legislativa reivindicando o território de Feira de Santana, mas “a Assembleia não ajudou nesse processo”.

Para o democrata, o Partido Progressista, que faz parte da base do governador Rui Costa (PT), pode ajudar muito na definição dos limites territoriais.

“O vice-governador pode ajudar muito nesse processo, porque é uma questão que não depende muito do município de Feira nem de São Gonçalo, depende da Assembleia, que tem a maioria dos deputados que são da base governista; depende agora de uma ação política do Governo do Estado, e Vossa Excelência pode ajudar com o vice-governador, para que essa solução venha de forma muito mais rápida”, sugeriu.

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