Presidenta Dilma Rousseff inaugura sede da Embrapa Pesca e Aquicultura no Tocantins

Presidenta Dilma Rousseff inaugura sede da Embrapa Pesca e Aquicultura no Tocantins.

Presidenta Dilma Rousseff inaugura sede da Embrapa Pesca e Aquicultura no Tocantins.

Presidenta Dilma Rousseff participa da identificação genética de peixes.

Presidenta Dilma Rousseff participa da identificação genética de peixes.

A presidenta Dilma Rousseff e a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, vão inaugurar na manhã deste sábado (07/05/2016) a sede da Embrapa Pesca e Aquicultura, em Palmas (TO). O presidente da Embrapa, Maurício Lopes, e autoridades locais estarão presentes. Na ocasião, também será apresentado, junto a parceiros do setor privado, o Plano Diretor para Desenvolvimento Regional do Matopiba (formado por partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), que traça diretrizes para o desenvolvimento da região até 2035.

Os investimentos do governo federal na construção da sede, na compra de equipamentos e em outras obras menores somaram pouco mais de R$ 50 milhões. Os recursos que financiaram a obra e o restante do projeto são integralmente provenientes do Orçamento da União, por meio do Ministério da Agricultura, ao qual a Embrapa é vinculada. No evento, serão assinados diversos atos e convênios. Entre eles, o do Projeto Embrapa – BNDES Aquicultura, com investimentos de R$ 57 milhões, sendo 80% do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 10% do Ministério da Agricultura e 10% da própria Embrapa.

O projeto tem como objetivo desenvolver ações estruturantes e inovação para o fortalecimento das cadeias produtivas da aquicultura no Brasil. Entre os principais desafios estão refinar tecnologias para sede da Embrapa Pesca e Aquicultura a tilápia e o camarão marinho, gerar pacote tecnológico para o tambaqui e preencher lacunas de conhecimento para o bijupirá.O projeto vai durar quatro anos e envolverá várias Unidades da Embrapa que trabalham com aquicultura, além de instituições parceiras Brasil afora.

Matopiba

Desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pelas empresas Freedom Partners e The Boston Consulting Group (BCG), o Plano Diretor para Desenvolvimento Regional do Matopiba fornece diretrizes para que o Matopiba se torne referência mundial na tradução do desenvolvimento acelerado do agronegócio em avanços sociais em educação, saúde e infraestrutura básica. A região abrange 337 municípios em 73 milhões de hectares e atualmente conta com 6,3 milhões de moradores.

A primeira etapa do Plano Diretor foi entregue aos governadores do Matopiba por representantes da empresa de consultoria BCG, responsável pela realização técnica do projeto, e do fundo de investimentos Freedom Partners, que patrocina o estudo.

A Embrapa Pesca e Aquicultura

Criada em agosto de 2009, a Embrapa Pesca e Aquicultura desenvolve trabalhos em duas frentes. Uma delas, que reúne as temáticas de pesca e aquicultura, tem pesquisas em âmbito nacional. Regionalmente, na área do chamado Matopiba, trabalha com sistemas integrados e sustentáveis de produção agropecuária.

A construção da Unidade representa o cumprimento de uma meta do projeto “Revitalização e modernização da capacidade intelectual e da infraestrutura física da Embrapa”, constante no Programa de Fortalecimento e Crescimento da Embrapa (PAC Embrapa). Além do centro no Tocantins, foram criadas a Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop, MT) e a Embrapa Cocais (São Luís, MA), com o intuito de ampliar os temas de pesquisa abordados pela Embrapa e ocupar os vazios institucionais, regiões estratégicas para a pesquisa agropecuária que não estavam sendo cobertas plenamente pelas demais Unidades.

Com a ocupação da sede própria, o centro poderá executar suas ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação com eficiência muito superior àquela que permitem as condições atuais. Desde sua criação, a Embrapa Pesca e Aquicultura ocupava instalações alugadas na capital tocantinense.

Tecnologias

Durante o evento de inauguração, a Embrapa Pesca e Aquicultura apresentará dois de seus trabalhos: a identificação genética de peixes, que envolve a marcação dos animais por dispositivos de identificação e de rastreamento e a coleta de material biológico para teste de DNA; e um protótipo de entreposto móvel de pescado, que foi desenvolvido em conjunto com as empresas Engmaq (de Peritiba-SC) e Piscis (de Jaguaribara-CE) e consiste numa estrutura, ainda em fase de avaliação, para processamento de peixes.

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