“Fim do Minha Casa, Minha Vida é um crime”, critica deputado Marcelino Galo

Mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida diminui acesso dos cidadãos de menor poder aquisitivo a moradia.

Mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida diminui acesso, dos cidadãos de menor poder aquisitivo, a moradia.

“Michel Temer acabou com o Minha Casa, Minha Vida. O fim dos subsídios aos mais pobres é a alma do programa, sem isso ele passa a ser um financiamento comum, que os mais pobres não podem arcar. Isso é um crime social, uma perversidade”, afirmou o deputado estadual Marcelino Galo (PT/BA).

Sem os recursos do Tesouro Nacional, repassados pela União a fundo perdido para subsidiar as famílias enquadradas na faixa 1 (renda de até R$ 1.800) e na faixa 2 (até R$ 3.600), o programa acaba, argumenta o parlamentar, que ainda alerta para os impactos da medida no aumento do desemprego.

“Somente em 2015 foram destinados R$ 11,8 bilhões em subsídios para essas duas faixas. Sem esses subsídios as prestações sobem muito, inviabilizando tudo. Isso chega a ser criminoso. Estamos falando do direito humano à moradia digna. Temer quer tirar a dignidade do povo brasileiro, mas cairá antes”, sentencia Galo.

Apenas na Bahia, nos governos da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, foram entregues 175,39 mil unidades habitacionais pelo programa Minha Casa Minha Vida, beneficiando 701,58 mil pessoas. No Brasil, o programa, criado em 2009, beneficiou mais de 10,5 milhões de pessoas, com a entrega de 2,63 milhões de moradias nas gestões do PT.

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