Feira de Santana: vereador alerta que fechamento da avenida João Durval para execução de obras do BRT prejudica comerciantes

Edvaldo Lima dos Santos: “Os moradores vizinhos do fechamento da avenida João Durval estão em pé de guerra, porque com o Governo não teve diálogo. Fecharam para iniciar obras, mas não houve diálogo e isso é ruim, traz uma insatisfação de um Governo já desacreditado”.

Edvaldo Lima dos Santos: “Os moradores vizinhos do fechamento da avenida João Durval estão em pé de guerra, porque com o Governo não teve diálogo. Fecharam para iniciar obras, mas não houve diálogo e isso é ruim, traz uma insatisfação de um Governo já desacreditado”.

Em discurso na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta terça-feira (17/05/2016), o vereador Edvaldo Lima (PP) afirmou que moradores e comerciantes estão sendo prejudicados com o fechamento de parte da avenida João Durval Carneiro, em virtude das obras do BRT.

“Os moradores vizinhos do fechamento da avenida João Durval estão em pé de guerra, porque com o Governo não teve diálogo. Fecharam para iniciar obras, mas não houve diálogo e isso é ruim, traz uma insatisfação de um Governo já desacreditado”, afirmou.

Em aparte, o vereador Justiniano França (DEM) rebateu Edvaldo, afirmando que  o Governo do Município sentou com os comerciantes  da área onde está acontecendo as obras do BRT. “Houve diálogo sim, inclusive participei de uma reunião junto com comerciantes. A via seria toda fechada, mas só fechou um trecho a pedido dos comerciantes”, informou.

Novamente com o uso da palavra, Edvaldo Lima declarou: “conversou com empresário, mas não sentou com moradores. A João Durval fechada é um transtorno para cidade. Essa obra do Governo está trazendo um transtorno muito preocupante. Gostaria que o Governo tivesse diálogo, coisa que não tem”, afirmou.

Em aparte, o vereador Alberto Nery (PT) corroborou com o colega oposicionista. “Quero concordar com o vereador Edvaldo Lima de que não há diálogo. Nós acompanhamos mais de perto quando iniciou as obras da avenida Maria Quitéria e Getúlio Vargas e  tem até hoje empresários que faliram, porque, segundo eles, quando deu início as obras, a Prefeitura não teve o cuidado de dizer o tempo que ficaria sem movimentação. Quero concordar, porque não fez discussão com comerciantes daquela região”, pontuou.

Solicitação de obras

Mudando o foco do assunto, o vereador Edvaldo Lima citou outras questões que precisam ser observadas pelo Governo Municipal. “Quero chamar atenção do Governo para a rua São Salvador, no seu final já chegando na avenida de Contorno, está intransitável. Já levei o problema para o Governo tomar providências e nunca foram tomadas providências. Espero que este Governo tome as devidas providências”, cobrou.

O edil disse também que há muito lixo na rua Senador Quintino e que moradores não suportam mais o mau cheiro. “Na rua Senador Quintino fiz uma indicação para que todas as providências fossem tomadas com relação à fedentina que está trazendo problemas à comunidade. Tem uma igreja evangélica na rua e as pessoas não estão conseguindo ficar dentro da igreja, o lixo está tomando toda a rua, metade da rua já está tomada pelo lixo”, reclamou o pepista, mostrando fotografias do local.

Edvaldo Lima chamou atenção ainda para um problema na rede pluvial, na rua Araújo Pinho, na altura  do número 1960.

Plano Municipal de Cultura

Mudando de assunto, o vereador Edvaldo Lima voltou a comentar o Plano Municipal de Cultura de Feira de Santana, que será discutido em audiência pública no dia 09 de junho, antes de ser votado pela Câmara Municipal.

“Não sei porque estou incomodando tanto, e agora estou incomodando também esta Casa, a bancada evangélica está incomodada, falando que o vereador Edvaldo Lima é o único defensor da família, os senhores têm o mesmo direito de falar”, pontuou.

O edil informou que foi procurado pelo vereador Justiniano França (DEM) para tratar sobre o referido plano. “Ele veio conversar comigo sobre o projeto 163, mas nesse projeto aqui trata de cultura e está falando também de gênero, por isso falei que não votaria nesse plano. Justiniano fez uma emenda para retirar sexualidade, mas não assinei porque ficou muita coisa dentro do plano que eu discordo, tudo que vem de encontro à família não posso aceitar”, justificou.

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