Queremos um Brasil melhor

Por um Brasil melhor. (Foto: Apeixoto)

Por um Brasil melhor. (Foto: Apeixoto)

Os que vão às ruas protestar querem um Brasil onde possam tomar o café da manhã, almoçar meio dia, jantar a noite e poder mandar seus filhos e netos – todos – para a escola; querem um Brasil onde as escolhas dos cidadãos sejam respeitadas; querem um Brasil, sem ódio, onde “as discriminações” não existam. Um Brasil sem corrupção.

Na realidade, todo brasileiro quer um país com saúde, educação e segurança de qualidade; que seus direitos de cidadãos sejam respeitados, ao contrário do que está acontecendo atualmente, quando as forças oposicionistas e midiáticas, capitaneadas pelas Organizações Globo – o PIG – querem dar um golpe contra a Democracia cerceando, desta forma, os direitos dos cidadãos.

Se computarem os prejuízos que os excessos da malvada Lava Jato impetrada pelo juiz Sergio Moro já causou ao país, e que são incalculáveis, conclui-se que estão todos perdidos no meio de um tiroteio. Pode-se computar superficialmente, através dos números exorbitantes de demissões na indústria naval e construção civil, entre outros segmentos. Mesmo assim, não se chegaria nem à metade destes danos. São perdas incalculáveis!

O povo brasileiro não quer um País onde se permite que um juiz de primeira instância vire um sujeito subserviente da grande mídia e de interesses de políticos de caráter escusos, trabalhando para agradá-los; permitindo somente as ações que sejam convenientes a esta grande mídia e aos seus “chefes”. Toda ação da Lava Jato só passa a ter sentido se forem do agrado destes, ou se for contra Lula, Dilma ou membros do PT.

Felizmente artistas e intelectuais, pessoas de visão mais ampla e apurada, resolveram erguer a bandeira em defesa da Democracia brasileira. Também compõem este time, jornalistas de diversos segmentos como é o caso de Juca Kfouri, que em entrevista ao brasil247.com, manda o seguinte recado aos golpistas Aécio Neves, FHC e Eduardo Cunha: “então, a situação do jogo é esta: se você torce para um time ou para o outro, ou quer que os dois sejam eliminados, você tem todo direito. Só não esqueça que a vitória roubada não é legítima, que sem respeito às regras não tem jogo. E que uma expulsão ilegal, nestas alturas do campeonato, pode virar um tremendo quebra-pau no estádio, pode virar uma tragédia”.

É fundamental para que o Brasil volte a crescer que se “lute” por um País de igualdades sociais amplas; melhor distribuição de renda, com índices de violência próximos de zero; sem discriminação social e/ou racial. Precisa-se, urgente, de um Brasil onde se possa colher, sem ódio, o que se plantou. Para concluir, é necessário um Brasil onde todos os segmentos sociais funcionem amplamente e com igualdade de direitos.

Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. Saiba mais visitando: http://www.albertopeixoto.com.br