“Prefeito ACM Neto demonstra todo o seu autoritarismo cortando salários e atacando funcionalismo”, denuncia vereador

Hilton Coelho: "para que não restasse nenhuma dúvida de como trata as reivindicações da categoria, o prefeito ACM Neto anunciou pessoalmente o corte dos salários.".

Hilton Coelho: “para que não restasse nenhuma dúvida de como trata as reivindicações da categoria, o prefeito ACM Neto anunciou pessoalmente o corte dos salários.”.

A decisão da juíza Beatriz Martins de Almeida Alves Dias, que determinou, por meio de um mandado de segurança, o pagamento imediato dos servidores municipais em greve, foi saudada pelo vereador Hilton Coelho (PSOL) como mais uma derrota da “arrogância e autoritarismo do prefeito ACM Neto (DEM). Apesar de caber recurso, a primeira manifestação mostra que lutar não é crime e, sendo assim, não cabe punição”, afirma o vereador acrescentando que “a justa greve dos servidores, que teve início no dia 15 de março de 2016, reivindica o reajuste de 17%. Deferindo pedido de mandado de segurança em caráter liminar em favor dos servidores municipais, a magistrada obriga o prefeito de Salvador ao imediato pagamento dos salários bloqueados pela vontade unilateral do gestor”.

Na opinião de Hilton Coelho, “para que não restasse nenhuma dúvida de como trata as reivindicações da categoria, o prefeito ACM Neto anunciou pessoalmente o corte dos salários. Sua arrogância recebeu como resposta a manifestação dos servidores na Estação da Lapa, e mesmo assim, ao que parece, não entendeu o recado”.

“Na área de saúde, como informou o Conselho Municipal de Saúde de Salvador, a falta de negociação por parte do prefeito ACM Neto, tem refletido na continuidade dos serviços essenciais à população. Há Unidades de Saúde não funcionando, o que penaliza mais ainda uma população que já sofre com a carência dos serviços de assistência à saúde”, disse.

O legislador detalha que na área de educação “o ataque rompeu até mesmo a barreira da legalidade. ACM Neto cortou 20 dias dos salários, contando com a greve nacional de três dias e a assembleia que deflagrou a greve, já que a greve mesmo durou 14 dias. Os cortes foram aleatórios. Educadoras e educadores que estavam em licença tiveram cortes, inclusive em licença maternidade. Atos como esses não farão os servidores deixarem de lutar e reivindicar o que é justo”, finaliza Hilton Coelho.

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