Deputada Fátima Nunes diz que elite e Rede Globo preparam um Golpe de Estado

Deputada Fátima Nunes: "A Operação Lava Jato e o processo de impeachment são duas coisas distintas. A elite brasileira e a grande mídia, liderada pela Rede Globo, querem aliar uma coisa à outra como se existisse alguma implicação com a presidenta Dilma”.

Deputada Fátima Nunes: “A Operação Lava Jato e o processo de impeachment são duas coisas distintas. A elite brasileira e a grande mídia, liderada pela Rede Globo, querem aliar uma coisa à outra como se existisse alguma implicação com a presidenta Dilma”.

“A Operação Lava Jato e o processo de impeachment são duas coisas distintas. A elite brasileira e a grande mídia, liderada pela Rede Globo, querem aliar uma coisa à outra como se existisse alguma implicação com a presidenta Dilma”. O depoimento em tom de indignação é da deputada estadual Fátima Nunes (PT), que considera a existência de um complô para tirar o PT do comando do País, já que as políticas sociais não interessam ao grande capital.

A deputada tem visitado vários municípios e discutido com suas bases sobre a forma como o processo de impeachment vem sendo conduzido, tendo à frente o presidente do Congresso, Eduardo Cunha, “um ficha suja, implicado em várias situações de corrupção e que consegue driblar sua própria cassação, mas tornou-se o grande financiador do golpe contra a presidenta”. Segundo Fátima Nunes, o complô não é apenas contra o Governo do PT, mas contra as riquezas nacionais e o próprio capital intelectual. “O Brasil cresceu, acabou com a miséria, criou condições de moradia, levou água ao sertão, o pobre tem acesso à universidade. Tudo isso assusta a elite”.

A deputada lembra que ao longo da história do Brasil o País sempre foi ameaçado por outros povos, como portugueses, ingleses, holandeses e americanos e a política “entreguista” tem continuidade com a elite insatisfeita com o bom resultado das políticas sociais. “Eles insuflam o movimento nos grandes centros urbanos, mas esquecem os milhões de brasileiros que sentiram na pele as reais mudanças nas pequenas e médias cidades e que estão revoltados contra a tentativa de golpe. Vamos resistir, mostrando que o brasileiro não aceita o entreguismo. O impeachment seria o primeiro passo para o retrocesso, mas isso não vai acontecer pois o brasileiro não aceita o entreguismo e vamos resistir”.

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