Sistema online de monitoramento de seca no Nordeste é lançado pela Ana

Monitor de Secas acompanhará o fenômeno na região, viabilizando o atendimento à população e aplicação de políticas públicas.

Monitor de Secas acompanhará o fenômeno na região, viabilizando o atendimento à população e aplicação de políticas públicas.

O governo federal lançou na terça-feira (22/03/2016), Dia Mundial da Água, mais uma ferramenta para auxiliar a tomada de decisões para o enfrentamento da seca. Como parte de uma nova abordagem, o Monitor de Secas do Nordeste do Brasil atuará no acompanhamento regular e periódico do fenômeno na região, viabilizando a aplicação de políticas públicas para atender a população em períodos de escassez. Os resultados consolidados serão divulgados mensalmente no site monitordesecas.ana.gov.br.

Sob coordenação institucional do Ministério da Integração Nacional (MI) e coordenação técnica da Agência Nacional de Águas (ANA), o Monitor de Secas foi desenvolvido por um grupo de especialistas e instituições federais e estaduais a partir de um compromisso aprovado em 2013. A ferramenta foi lançada após meses de desenvolvimento e um ano de testes.

O assessor especial do MI, Irani Braga Ramos, explica que o Monitor de Secas apoiará o trabalho do governo federal no alerta precoce da condição de seca e servirá como subsídio para a tomada de decisões nas escala federal, estadual e municipal.

“O trabalho é apenas a primeira etapa de melhorias e gerenciamento das secas no Brasil e tem potencial para levar a questão, seus impactos sociais e as ações de preparação e resposta a um novo patamar. Representa um passo no sentido da migração do gerenciamento de crises (abordagem reativa) para a gestão de riscos (abordagem próativa), com redução de custos e prejuízos globais”, disse.

A base de dados do Monitor classifica a severidade da seca de acordo com níveis de intensidade. Os mapas do Monitor de Secas são produzidos mensalmente, de forma colaborativa. Destacam-se as participações da Agência Nacional de Águas (ANA), do Ministério da Integração Nacional (MI) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

A iniciativa conta com apoio técnico e financeiro do Banco Mundial do Fundo Espanhol para a América Latina e Caribe (SFLAC) e do Water Partnership Program (WPP).

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Redação
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