Nazificação da política brasileira

Porcos burgueses

FOTO: Apeixoto

O Nazismo foi uma política de ditadura que governou a Alemanha entre 1933 e 1945, liderado por Adolf Hitler, quando diversos judeus e/ou quem fosse contra os interesses do Terceiro Reich, foram sacrificados nos vários campos de concentração. Poderia se dizer que este período felizmente chegou ao fim com o término da Segunda Grande Guerra Mundial, mas infelizmente, com o que ocorre atualmente no Brasil não se tem tanta segurança quanto a isso.

Temos de um lado a Rede Globo incitando o ódio, do outro, promotores em busca da notoriedade e pessoas envolvidas nos diversos segmentos políticos e financeiros – mesmo que oficioso – promovendo todo tipo de banditismo e a procura dos seus quinze minutos de fama. Todos estes disseminando a “ideologia nazista”.

A Globo, um conglomerado das comunicações, que em 1964 incitou o golpe para a instituição do militarismo no país, que em 1989 fez todo tipo de manobra para eleger Fernando Collor de Melo e agora promove um novo golpe para tirar a Presidente da República eleita democraticamente. A tática da mídia que manda no país atualmente, é transformar espectadores em seres idiotizados que repetem frases e jargões sem fazer a devida análise crítica.

A alienação é o que interessa à Globo, afinal como se manter no poder por muitos anos sem um grande número de pessoas “hipnotizadas” saindo às ruas como robôs repetindo as mesmas frases que viram na TV? Já pensou se tivéssemos a maioria de cidadãos esclarecidos e críticos que não “engolissem goela baixo” o que dita a TV? Esse mundo realmente seria outro. Não deixem a Globo alterar o ditado “Penso, logo existo” por “Penso, logo assisto”.

Os que foram às ruas gritando contra a corrupção e fora Dilma, uma turma movida pelas incitações fascistas do Juiz Sergio Moro, que não mede conseqüências para violar princípios e garantias constitucionais, não passam de pessoas que além de não terem conhecimento da história política do Brasil, torcem para que haja um golpe que, se acontecesse, restauraria a prática da corrupção neste país.

O PSDB conseguiu polarizar o Brasil em negros e brancos, pobres e ricos, nordestinos e sulistas e isso não deve ser feito. Os movimentos sociais devem acontecer com os pés no chão e sem paixões políticas. É fundamental que, de alguma forma, se coíba as ações do juiz Moro em sua cruzada a fim de nazificar o país. Com certeza ele deve ter aspirações à, no próximo pleito, lançar sua candidatura para Presidente da República.

Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. Saiba mais visitando: http://www.albertopeixoto.com.br