Deputado Valmir Assunção pede mais responsabilidade e menos ódio da oposição com o país

Valmir Assunção: “É preciso que tenhamos mais responsabilidade, não é porque teve uma decisão jurídica contra que as pessoas precisam se digladiar nas ruas. Nem as figuras públicas, políticos, jornalistas, atores e atrizes, músicos, intelectuais, nenhum deve sugerir ou pedir diretamente confrontos. O país precisa voltar a crescer e isso depende de cada um de nós”.

Valmir Assunção: “É preciso que tenhamos mais responsabilidade, não é porque teve uma decisão jurídica contra que as pessoas precisam se digladiar nas ruas. Nem as figuras públicas, políticos, jornalistas, atores e atrizes, músicos, intelectuais, nenhum deve sugerir ou pedir diretamente confrontos. O país precisa voltar a crescer e isso depende de cada um de nós”.

O deputado federal Valmir Assunção defendeu nesta quarta-feira (23/03/2016) o bom senso para solucionar a crise política e econômica que afeta o país. Assunção também criticou as incitações ao ódio e à violência que têm sido pregadas por setores da sociedade.

“É preciso que tenhamos mais responsabilidade, não é porque teve uma decisão jurídica contra que as pessoas precisam se digladiar nas ruas. Nem as figuras públicas, políticos, jornalistas, atores e atrizes, músicos, intelectuais, nenhum deve sugerir ou pedir diretamente confrontos. O país precisa voltar a crescer e isso depende de cada um de nós”, assinala o deputado. Para o parlamentar petista, é preciso também ter uma olhar crítico sobre cada caso que gera polêmica, principalmente no meio jurídico.

Valmir cita o caso do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), que condenou o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), um dos defensores do pedido de impeachment da presidente Dilma, a devolver R$ 4,6 milhões aos cofres da prefeitura de Manaus, além de ser multado em R$ 23 mil. “Não adianta hipocrisia. Enquanto a cortina de fumaça toma conta do imaginário coletivo, políticos como Eduardo Cunha, Pauderney Avelino, Aécio Neves e tantos outros continuam soltos defendendo o impeachment de uma presidente que nada tem contra ela”, completa. De acordo com auditoria realizada pelo Tribunal, o líder do DEM sobretaxou contratos de aluguéis de prédios utilizados como escolas durante sua passagem pela pasta de Educação da prefeitura da capital amazonense.

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