Justificando falta de reajuste salarial, APLB Feira de Santana decide manter greve por tempo indeterminado

Trabalhadores em educação do Município de Feira de Santana decidem manter greve.

Trabalhadores em educação do Município de Feira de Santana decidem manter greve.

A diretoria da APLB Feira de Santana (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia) emitiu nota, hoje (26/02/2016), informando que a assembleia da categoria decidiu pela manutenção da greve por tempo indeterminado. A greve deflagrada pelo categoria perdura por 15 dias.

Confira o teor da nota ‘Sem reajuste salarial, trabalhadores em educação decidem manter greve’

Embora a principal reivindicação da categoria – reserva de 1/3 da carga horária – tenha sido assegurada pelo Governo, os Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da rede municipal de ensino de Feira de Santana decidiram manter a greve, que dura 15 dias.

Na manhã desta sexta, (26/02/2016), em assembleia realizada na Gelateria Italiana, a categoria decidiu pela continuidade da greve devido ao não cumprimento do Prefeito José Ronaldo quanto à lei municipal nº 3.512/2015, que estabelece o reajuste salarial para todos os Professores em janeiro de 2016. Além disso, os Trabalhadores aguardam ainda a votação do projeto de lei no Legislativo, que assegura a reserva gradativa de 1/3 da carga horária proposta pelo Governo e aceita pela categoria.

Os Trabalhadores estão convocados para irem à Câmara Municipal na próxima segunda, (29/02/2016), às 8h. Na oportunidade, o projeto de lei que trata da reserva da carga horária será votado pelos vereadores. À tarde, às 15h, representantes da categoria estarão em audiência com o Prefeito.

Já na terça, 01, a APLB Feira realizará uma assembleia com os Trabalhadores às 9h, na Gelateria Italiana.

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