Empresário preso na 23ª da Lava Jato deixa sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro

O empresário Zwi Skornicki (camisa vermelha), preso preventivamente na 23ª Fase da Operação Lava Jato, suspeito de operar pagamento de propinas em negócios com a Petrobras, é transferido da Polícia Federal, na Praça Mauá, para Curitiba.

O empresário Zwi Skornicki (camisa vermelha), preso preventivamente na 23ª Fase da Operação Lava Jato, suspeito de operar pagamento de propinas em negócios com a Petrobras, é transferido da Polícia Federal, na Praça Mauá, para Curitiba.

O empresário Zwi Skornicki, preso na manhã desta segunda-feira (22/02/2016), na 23ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Acarajé, deixou, no início da noite, a sede regional da Polícia Federal (PF), no centro do Rio, onde estava detido.

Ele deverá ser levado para Curitiba, onde será ouvido pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos decorrentes da Operação Lava Jato na primeira instância. Ao sair em uma van da Polícia Federal, Skornicki escondeu o rosto com a mão para evitar ser fotografado. Parte do material apreendido em sua casa, na Barra da Tijuca, também foi colocada dentro da van.

Skornicki é representante no país do estaleiro Keppel Fels, de Cingapura. O empresário, que teve apreendidos uma lancha e uma coleção de carros antigos, é acusado de pagamento de propina em negócios com a Petrobras. Em uma outra operação da PF, batizada de My Way, em fevereiro do ano passado, ele teve apreendidas em sua casa diversas obras de arte.

Além do imóvel na Barra, Skornicki é dono de uma casa em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro.

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