Para ministro Jaques Wagner, quando processo é apenas político, impeachment vira golpe

Jaques Wagner: “Apesar de estar previsto no nosso ordenamento jurídico, o impeachment nem sempre é um instrumento legítimo para destituir um governante”.

Jaques Wagner: “Apesar de estar previsto no nosso ordenamento jurídico, o impeachment nem sempre é um instrumento legítimo para destituir um governante”.

O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, usou sua conta no Twitter este sábado (12/12/2015) para fazer críticas ao que chamou de “golpe” contra a presidenta Dilma Rousseff.

“Apesar de estar previsto no nosso ordenamento jurídico, o impeachment nem sempre é um instrumento legítimo para destituir um governante”, postou Wagner, em referência ao processo de impeachment aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e apoiado pela oposição.

Segundo o ministro, “quando transforma-se em um processo exclusivamente político, o que se tem é um golpe”.

Dois dias depois de o PSDB anunciar oficialmente seu apoio ao impeachment, o petista fez uma crítica à oposição liderada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado na eleição de 2014.

“O dispositivo está sendo usado para satisfazer as ambições políticas daqueles que não conseguem obter maioria nas urnas”, disparou.

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Redação
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