Consórcios pagam mais de R$ 430 milhões em leilão de áreas do Porto de Santos

O ministro do Estado, chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República, Helder Barbalho e o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, durante sessão pública para leilão do bloco I de arrecadamento de áreas de infraestrutura pública portuária no porto de Santos – SP, na Bovespa.

O ministro do Estado, chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República, Helder Barbalho e o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, durante sessão pública para leilão do bloco I de arrecadamento de áreas de infraestrutura pública portuária no porto de Santos – SP, na Bovespa.

Três lotes para o arrendamento de áreas de terminais portuários no Porto de Santos foram arrendadas quarta-feira (09/12/2015) por um total de mais de R$ 430 milhões. A concessão vai permitir investimentos de cerca de R$ 1,1 bilhão no terminal. O leilão foi na sede da bolsa de valores de São Paulo, a BM&F Bovespa.

O consórcio LDC Brasil BSL venceu o leilão para arrendar a infraestrutura para movimentação de produtos agrícolas no corredor de exportação do Porto de Santos, no bairro da Ponta da Praia. O arrendamento da área de 46,8 mil metros quadrados foi garantido com uma proposta de R$ 303,069 milhões. O outro consórcio que disputava o lote, o Agrovia, ofereceu apenas R$ 5 milhões.

O consórcio vencedor deverá substituir o atual sistema de embarque de grãos vegetais do cais do Armazém, composto de dois carregadores de navios sobre trilhos esteiras, por um novo conjunto, com capacidade de, no mínimo, 3 mil toneladas por hora. O LDC Brasil BSL deverá ainda garantir a movimentação anual mínima de 3,9 milhões de toneladas de produtos, a partir do terceiro ano de vigência do contrato, chegando a 4,1 milhões de toneladas, no quinto ano.

Única concorrente, a Marimex Transportes e Serviços ganhou, com uma proposta de R$ 12,5 milhões, o arrendamento da área para construção de um terminal de celulose, no Bairro do Paquetá. São 22,5 mil metros quadrados de área nos quais serão implantados equipamentos e edificações para a recepção de cargas no terminal, além de armazenagem e embarque nos navios.

Por fim, a área de 33 mil metros quadrados no bairro do Macuco foi arrendada pela Fibria Celulose, que venceu o leilão do terceiro lote com um lance de R$ 115,047 milhões. O local já possui equipamentos para descarga, embarque e armazenagem de papel e celulose. A vencedora deverá, no entanto, garantir movimentação anual mínima de 1,6 milhão de toneladas por ano, a partir do quinto ano de contrato.

*Com informação da Agência Brasil.

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