Montadora Ford redução produção no ABC e na Bahia

Ford Motor Company é uma produtora de automóveis estadunidense, uma das maiores do mundo, fundada em 1903 por Henry Ford. Sediada em Dearborn, subúrbio de Detroit, no estado d de Michigan nos Estados Unidos, é constituída pelas marcas Ford, Lincoln, e recentemente a Troller, montadora de veículos off-road do estado do Ceará, no Brasil. Atualmente o C.E.O. da empresa é o engenheiro e executivo norte americano, Alan Mulally.

Ford Motor Company é uma produtora de automóveis estadunidense, uma das maiores do mundo, fundada em 1903 por Henry Ford. Sediada em Dearborn, subúrbio de Detroit, no estado d de Michigan nos Estados Unidos, é constituída pelas marcas Ford, Lincoln, e recentemente a Troller, montadora de veículos off-road do estado do Ceará, no Brasil. Atualmente o C.E.O. da empresa é o engenheiro e executivo norte americano, Alan Mulally.

A queda acentuada no consumo de automóveis no país fez com que a Ford determinasse a suspensão parcial , a partir de segunda-feira (09/11/2015), da produção na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista; e em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.

Em São Bernardo do Campo, a linha que monta o modelo Fiesta ficará desativada até 19 de novembro, enquanto no setor que fabrica caminhões a paralisação se estenderá até o dia 27 deste mês.

Além do corte de produção no ABC, a Ford está operando, neste mês, em esquema de semana curta, com um dia a menos de trabalho, na fábrica de Camaçari,  onde são montados os modelos Ka e EcoSport, além de motores.

Segundo o sindicato dos metalúrgicos da região, o período em que os operários estiverem afastados da fábrica será descontado do banco de horas do trabalhador.

A montadora também fechou acordo no ABC de adesão ao programa proteção ao emprego, o PPE, que lhe permitirá reduzir a jornada de trabalho em 20%, com economia proporcional no pagamento dos salários. Essas condições, porém, só começam a valer em janeiro.

A Anfavea, entidade que representa as montadoras instaladas no país, informou que atualmente 45 mil trabalhadores do setor, ou 34% da mão de obra total, estão com jornadas reduzidas por força do PPE ou afastados das fábricas em virtude de férias e “layoff” (suspensão temporária dos contratos de trabalho).

*Com informações do Valor Econômico.

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