Livro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre bastidores do governo cria incômodo em aliados

Capa do livro 'Diários da Presidência: 1995 - 1996', de autoria do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Capa do livro ‘Diários da Presidência: 1995 – 1996’, de autoria do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O livro publicado recentemente pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), o primeiro volume dos ‘Diários da Presidência: 1995-1996′ (Volume 1)., tem causado um grande desconforto principalmente em políticos experientes, em amigos do líder tucano e economistas renomados que participaram do seu governo. As rodas dos políticos em Brasília só falam na publicação, um retrato dos bastidores do poder nos anos em que ele governou o país.

Segundo a Folha de S. Paulo, políticos como o vice-presidente Michel Temer, caciques do PMDB e até o ex-presidente José Sarney classificam o conteúdo do livro de FHC como “desnecessário” e “deselegante”.

Ministro do Planejamento e da Saúde nos governos tucanos, o senador José Serra (PSDB-SP), que é citado em 245 páginas do livro, tem evitado falar publicamente sobre o assunto. Serra, que é amigo de Fernando Henrique há décadas, é citado em diversos trechos dos diários. Recebe elogios, mas há também críticas, algumas de cunho pessoal.

Os políticos mais citados nos diários de FHC são: ACM, Clóvis Carvalho, Eduardo Jorge, Itamar Franco, José Sarney, Luís Eduardo Magalhães, Marco Maciel, Nelson Jobim, Pedro Malan, Ruth Cardoso, José Serra e Sérgio Motta.

*Com informações da Notícias ao Minuto.

 

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