Feira de Santana: jornalista Cristóvam Aguiar lança livro; renda serárevertida para o Lar do Irmão Velho

Convite do lançamento do livro 'Mas eu lhe disse...', de autoria de Cristóvam Aguiar.

Convite do lançamento do livro ‘Mas eu lhe disse…’, de autoria de Cristóvam Aguiar.

Hoje, domingo (08/11/2015), o jornalista Cristóvam Aguiar lança o livro, “Mas eu lhe disse…”. O lançamento acontece no Boteco do Vital, localizado no bairro Kalilândia, esquina das ruas Boticário Moncorvo e Comandante Almiro, em Feira de Santana, a partir das 11 horas, onde também estarão se apresentando artistas locais, haverá literatura de cordel, recital de poemas e contação de “causos”. Tudo muito feirense, muito nordestino como Cristóvam.

 Trata-se de uma seleção de artigos escritos e publicados entre os anos de 2011 e 2014 versando sobre os mais diversos assuntos que, como diz o autor, “podem (e devem) ser confrontados com os dias atuais para que um estudioso, um historiador ou até mesmo o leitor mais curioso e perspicaz, possa avaliar se eu estava ou não correto nas minhas observações e opiniões”. Esta é a intenção de utilidade para o livro, segundo ele.

 O livro é prefaciado pelo médico, compositor, poeta, escritor, membro da Academia Feirense de Letras, Outran Borges. “O livro conta com conteúdo maior, artigos publicados em jornais, ao longo dos anos, o que faz com que muitos dos temas pareçam ultrapassados, pois se referem, obviamente, a situações passadas, e que causou uma certa relutância no autor quanto a sua publicação em livro; o que não concordo, pois, como já foi dito, “a história se repete” e existem fatos e opiniões que merecem sua permanência para a posteridade, o que mormente não ocorre em matérias publicadas em jornais. E isto apesar de simbolizarem, às vezes, o reflexo vivo de épocas e vivências, traduzidas através da observação crítica do jornalista”, diz Outran.

 Sobre o autor, Outran Borges diz: “O estilo reto, conciso, às vezes aparentemente áspero, quase agressivo, mas tendo como sustentáculo os pilares sólidos, quase inabaláveis, de uma coragem jornalística preponderante. Seus leitores, e me incluo entre eles, já conhecem essa forma corajosa, e às vezes até intempestiva de relatar e opinar sobre fatos e situações; mas sempre numa clareza literária facilmente perceptível.  Quanto aos fatos, e a forma como são colocados, fazem parte desse estilo, o que lhes confere um valor “quase” histórico, e, talvez por isso mesmo, necessário”.

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