Embasa, SIHS e Prefeitura de Feira assinam acordo de cooperação para elaboração do plano municipal de saneamento

Governador Rui Costa e prefeito José Ronaldo de Carvalho assinam termo de cooperação entre Governo do Estado e Prefeita de Feira de Santana.

Governador Rui Costa e prefeito José Ronaldo de Carvalho assinam termo de cooperação entre Governo do Estado e Prefeita de Feira de Santana.

Na manhã de hoje (06/11/2015), o governador Rui Costa, o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, e o presidente da Embasa, Rogério Cedraz, assinaram um acordo de cooperação para elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico de Feira de Santana. O compromisso foi firmado durante evento de inauguração de residenciais do Programa Minha Casa Minha Vida no município.

O acordo tem como objeto a união de esforços visando ao apoio técnico para a elaboração do plano nos componentes abastecimento de água e esgotamento sanitário. Caberá à Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) coordenar as atividades. A Embasa e a prefeitura, por sua vez, irão designar representantes responsáveis pelas atividades de elaboração do plano. O acordo envolve o investimento de R$ 2,4 milhões, provenientes da SIHS.

O governador Rui Costa destacou a importância da parceria. “Pela lei, é preciso que o plano seja discutido com a sociedade para garantir a chegada da água e da rede de esgoto. O governo do estado está financiando, através da SIHS e da Embasa, esse plano para Feira de Santana, para que a gente possa garantir abastecimento de água e rede de esgoto para os próximos anos, acompanhando o forte crescimento da cidade”, destacou.

PMSB

O Plano Municipal de Saneamento Básico é um instrumento de planejamento e gestão com foco no desenvolvimento sustentável do município, instituído pela Lei Nacional de Saneamento Básico (Lei nº 11.445/2007), que define ações estratégicas integradas nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos. Sem a existência do plano, as administrações municipais ficarão impedidas de receber recursos federais para projetos de saneamento ambiental a partir de 2016.

Compartilhe e Comente

Redes sociais do JGB

Faça uma doação ao JGB

Publicidade

Publicidade

+ Publicações >>>>>>>>>

Manchete

Colunistas e Artigos

Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia).