Feira de Santana: Centro Comercial Popular foi projetado para comporta 2 mil lojas, gerando 3 mil empregos diretos

Vista aérea do Centro de Abastecimento de Feira de Santana. Área em frente a Avenida Olímpio Vital foi destinada para construção do Centro Comercial Popular (Shopping Popular). (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

Vista aérea do Centro de Abastecimento de Feira de Santana. Área em frente a Avenida Olímpio Vital foi destinada para construção do Centro Comercial Popular (Shopping Popular). (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

Com investimento inicial de R$ 55 milhões, o Centro Comercial Popular (Shopping Popular), que deverá estar pronto dentro de 18 meses e vai gerar mais de três mil empregos diretos. Com duas mil lojas – cada uma com cinco metros quadrado de área útil, o centro de compras vai ser construído em área do Centro de Abastecimento de Feira de Santana.

O contrato para a sua construção foi assinado na manhã desta quarta-feira, 14, pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e o empresário Elias Tergilene, que representou o consórcio vencedor da licitação, formada pelas empresas Pio Investe S.A, Mais Investe S.A, Fundação Doimo e a TPC – as três primeiras são do grupo UAI, administradora de shoppings populares.

O período do contrato será de 30 anos. José Ronaldo afirmou que o projeto é da cidade. De todos os seus cidadãos. E que o trabalho vem sendo feito há anos e que o problema dos camelôs vinha sendo acompanhado de perto. “Mas apenas poderia iniciar a transferência quando tivesse um local adequado. E vamos tê-lo”. O prefeito disse também que está aberto para conversar com a sociedade. O diálogo permanente é a ordem”.

O empresário disse que antes de terminar a construção do prédio, que será de pré-moldados, detalhe que vai acelerar a obra, os comerciantes de rua deverão ser preparados para os novos desafios. “Serão pequenos grandes empreendedores. Por isso a capacitação deles será importante”. Para ele, o treinamento significa a fomentação do empreendedorismo na base na pirâmide empresarial.

Outro ponto evidenciado por Elias Tergilene é que a requalificação social dos vendedores ambulantes é o caminho para dar-lhes estabilidade econômica. Ele afirmou ter convicção do sucesso do empreendimento. “A experiência em Feira de Santana é única, porque nunca vi antes tamanha mobilização”.

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