Salvador: em encontro de professores advogados, Carlos Rátis recebe apoio da categoria para presidência da OAB

Carlos Rátis recebe apoio da categoria.

Carlos Rátis recebe apoio da categoria.

Mais de cinquenta faculdades de direito espalhadas pelo estado e   apenas um curso de mestrado e dois de doutorado disponíveis em toda a Bahia. Este é quadro precário do ensino jurídico, um dos temas debatidos na tarde desta segunda-feira (14/09/2015), no auditório do Salvador Trade Center (Salvador), durante o encontro ” Professores Advogados em Movimento: Discutindo o Ensino Jurídico e a Advocacia Baiana”.

O evento reuniu dezenas de professores de direito e profissionais militantes, com o objetivo de definir ações efetivas não só de melhoria do ensino jurídico no estado, mas de valorização dos professores, principalmente, àqueles em início de carreira.

“Essa é uma demanda tão grande que em apenas um dia  tivemos a adesão de mais de cem professores, todos dispostos a discutir o tema e construir uma plataforma de projetos que se concretize nos próximos anos”, afirmou o presidente do Instituto dos Advogados da Bahia, advogado e professor,  Carlos Rátis.

Sobre a aceitação da classe à sua candidatura à presidência da Seccional Baiana da Ordem dos Advogados do Brasil, o ex interventor do Bahia  afirmou que é de fundamental importância para a formulação de um novo projeto para o órgão.

“Com o auxílio destes mestres será muito mais fácil planejar uma gestão participativa,  com ações efetivas que colaborem para a formação de profissionais completos e capazes de atender às necessidades da sociedade, além de firmar a luta da valorização desta classe que tem jornada dupla e deve ser reconhecida”, disse.

O papel da OAB-BA na fiscalização do ensino oferecido pelas faculdades também foi discutido no encontro. “Fui coordenadora de curso de direito em algumas faculdades e costumava receber  a visita de representantes da Comissão de Fiscalização do Ensino Jurídico da OAB que analisava a atualização das bibliotecas, a titulação dos professores, se os direitos trabalhistas eram respeitados e o índice de  aprovação no exame da Ordem,   entre outras avaliações. Infelizmente hoje isso não existe mais”, lamentou a professora da Universidade Católica do Salvador e advogada Claudia Viana.

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