Feira de Santana: vereador Beldes Ramos destaca matéria do Jornal Grande Bahia sobre estudo do processo de constituição histórica da Avenida Getúlio Vargas

Vereador Beldes Ramos destaca matéria do Jornal Grande Bahia sobre estudo do processo de constituição histórica da Avenida Getúlio Vargas em Feira de Santana.

Vereador Beldes Ramos destaca matéria do Jornal Grande Bahia sobre estudo do processo de constituição histórica da Avenida Getúlio Vargas em Feira de Santana.

Em discurso proferido na tribuna da Casa da Cidadania, o vereador Beldes Ramos (PT) voltou a criticar a implantação do BRT de Feira de Santana na avenida Getúlio Vargas e, na oportunidade, destacou  uma matéria do site Jornal Grande Bahia, que informa sobre um estudo produzido pelo historiador e pesquisador Leonardo Pedreira, encaminhado em 26 de agosto deste ano ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com a finalidade de conquistar, para a referida avenida, a titularidade de Patrimônio Cultural.

O petista disse que a pesquisa mencionada reforça a sua opinião sobre o projeto do BRT. “Entendo que é de significativa relevância para o contexto atual que vivemos, no que se coloca de progresso para Feira de Santana sem se respeitar o que nós temos de história, de patrimônio cultural. E aqui, mais diretamente, me refiro ao BRT, que está sendo implantado na avenida Getúlio Vargas. Este estudo aqui me traz mais um argumento, mais uma segurança e mais uma consciência do quanto está sendo equivocada a implantação desse sistema de transporte em Feira de Santana”, afirmou.

Ele anseia  que as “consistências argumentativas e a coerência” da pesquisa de Leonardo Pedreira  façam com que o Poder Legislativo feirense e o poder público repensem a forma de implantação do BRT. Em seguida, visando mostrar a importância do referido estudo,  Beldes Ramos fez a leitura de alguns trechos da matéria do Jornal Grande Bahia, com o título ‘Leonardo Pedreira apresenta estudo histórico da Avenida Getúlio Vargas em Feira de Santana e requisita tombamento ao Iphan como patrimônio cultural‘.

– Na matéria do Jornal Grande Bahia Leonardo Pedreira explica que: “As intenções políticas da época com a implantação do que era chamado de “grande avenida” eram de que a mesma pudesse transmitir – e ao mesmo tempo dar conta – os traços de modernidade e atingir o esperado progresso material da cidade a um elevadíssimo ponto que pudesse ser cada vez mais vivenciado através das notórias construções de particulares estéticas figurando a emergente e moderna cidade em ascensão a um primeiro plano na região.”.

– O Jornal Grande Bahia avalia que “o estudo demonstra que a avenida é um projeto de modernização da sociedade feirense, que foi concretizando com as edificações às margens dos recuos da calçada da Getúlio Vargas. Com a materialização da avenida, ela se tornou palco de manifestações culturais, a exemplo da micareta, tornando-se elemento de convergência social em torno de significativos eventos populares.”.

Para finalizar, o petista afirmou que o BRT precisa  ser discutido, mesmo  com as obras em andamento, para não “ferir”  a avenida Getúlio Vargas e  causar prejuízos à memoria da cidade de Feira de Santana.

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