Em nota sobre o BRT, Movimento Unificado diz que “as velhas práticas de deslegitimar e criminalizar os movimentos sociais fazem parte do jogo político entre a prefeitura de Feira de Santana e grande parte da mídia local”

Material ilustrativo da nota ‘Nem Zé, nem Zé: a luta contra o BRT é autônoma e independente!’ apresenta perfil do prefeito José Ronaldo e do deputado José Cerqueira Neto (Zé Neto), e reafirma a posição do Movimento Unificado de apartidária.

Material ilustrativo da nota ‘Nem Zé, nem Zé: a luta contra o BRT é autônoma e independente!’ apresenta perfil do prefeito José Ronaldo e do deputado José Cerqueira Neto (Zé Neto), e reafirma a posição do Movimento Unificado de apartidária.

Em nota emitida na quinta-feira (17/09/2015), o Movimento Unificado criticou duramente a Prefeitura de Santana e setores da mídia local. Segundo o Movimento, “as velhas práticas de deslegitimar e criminalizar os movimentos sociais fazem parte do jogo político entre a prefeitura de Feira de Santana e grande parte da mídia local”.

Confira o teor da nota ‘Nem Zé, nem Zé: a luta contra o BRT é autônoma e independente!’

Desde os recentes boatos tendenciosos que vinculam a nossa OCUPAÇÃO CONTRA O BRT a uma organização de cunho partidário ou tutelada por líderes personalistas, sentimos a necessidade de pontuar à sociedade feirense: somos trabalhadores e trabalhadoras, estudantes e cidadãos das camadas populares, organizados em um coletivo autônomo e independente de qualquer partido político.

Ressaltamos que as velhas práticas de deslegitimar e criminalizar os movimentos sociais fazem parte do jogo político entre a prefeitura de Feira de Santana e grande parte da mídia local. Trata-se de uma manobra sorrateira, que no mínimo, é um desserviço à população, através da deformação da notícia e do debate unilateral.

Pelo BRT se tratar de um projeto eleitoreiro, o prefeito Zé Ronaldo aposta em uma tática rasteira e reacionária, ao nos caracterizar enquanto um grupo partidário de uma velha e falida oposição. Não obstante, somos um coletivo que não se identifica, e muito menos aceita a disputa política neste nível mesquinho exercido entre o atual governo e a “oposição” partidária consentida. Ao contrário, defendemos uma concepção popular de e para a cidade que não admite um projeto imposto e ilegal do BRT.

Por fim, reiteramos nossa independência e nosso caráter popular e autônomo, que não se alinha com uma dita “oposição” desta cidade, nem tão pouco com o governo arbitrário em gestão.

Ocupar pra resistir! Ocupar pra transformar!

Sobre o autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto Oliveira da Silva (Carlos Augusto) é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF). Atua como jornalista e cientista social. Telefone: (75)98242-8000 | E-mail: diretor@jornalgrandebahia.com.br.