Vereador denuncia situação do Complexo Policial de Feira de Santana, afirmando que o local propicia a proliferação de mosquitos

Roque Pereira do Carmo: "Estive no DPT para liberação do corpo de um amigo, Binho Santana, que faleceu de acidente, e vi tamanho risco que correm aqueles funcionários e as pessoas que ali vão buscar serviços.".

Roque Pereira do Carmo: “Estive no DPT para liberação do corpo de um amigo, Binho Santana, que faleceu de acidente, e vi tamanho risco que correm aqueles funcionários e as pessoas que ali vão buscar serviços.”.

O vereador Roque Pereira (PTN), utilizando a tribuna da Casa da Cidadania, nesta segunda-feira (03/08/2015), denunciou a situação do pátio do Complexo Policial Investigador Bandeira. Conforme o edil, o local vem causando transtornos para funcionários, visitantes e moradores daquela região, por que virou foco do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, chikungunya e zika, doenças que estão preocupando as autoridades de saúde de Feira de Santana.

“Estive no DPT para liberação do corpo de um amigo, Binho Santana, que faleceu de acidente, e vi tamanho risco que correm aqueles funcionários e as pessoas que ali vão buscar serviços, além de moradores das comunidades Luís Eduardo Magalhães, Recanto dos Pássaros, Jomafa, Irmã Dulce e Brasília”, alertou.

O vereador disse ainda que ficou com nojo em ver a situação. “O maior foco de dengue de Feira está ali no Complexo Policial. Dá nojo de entrar, fiquei assustado com tanta sujeira”, afirmou.

O edil cobrou providências por partes dos órgãos competentes para o pátio do Complexo Policial. “Quero fazer um apelo ao secretário de Segurança Pública do Estado, Maurício Barbosa, para que tome providências. O papel do deputado está sendo cumprido na Assembleia, esses problemas devem ser cobrado dos diretores e do secretário. Faço apelo ao secretário, porque aquilo é uma imundice. Tem uma pilha de carros que dá quase cinco andares, tomado pelo mato, o que é uma vergonha”, disse.

Roque Pereira também fez um apelo ao coordenador geral da Polícia Civil, João Rodrigo Uzzum, para que tome providências com relação ao pátio do Complexo Policial Investigador Bandeira, “pois acho que isso é um caso de interdição imediata”, enfatizou.

Em seguida, ele questionou o Ministério Público. “Onde está o Ministério Público? O Mello Matos e o Zilda Arns foram interditados com ação desse órgão. É preciso que o Ministério Público faça uma intervenção, pois é preciso uma faxinação, removendo todos os veículos, para que o local fique limpo”, disse.

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