“Governo divulga pagamento de promoções e progressões em maio, mas não libera recursos”, afirma movimento docente das universidades estaduais da Bahia

Professores das universidades estaduais da Bahia protestam.

Professores das universidades estaduais da Bahia protestam.

Em nota, o  movimento docente das universidades estaduais da Bahia contestou informações do Governo da Bahia, sobre a liberação de ganhos de categoria. O movimento grevista ” o governo divulga inverdades sobre o processo de negociação com o Movimento Grevista. Os processos publicados no Diário Oficial, e não implementados na folha de pagamento, são uma pequena amostra do quanto o governo distorce as informações”.

Às vésperas da deflagração da greve, o governo Rui Costa (PT) publicou no Diário Oficial dos dias 5 e 16 de maio de 2015, 20 promoções e 66 progressões retidas.Em nota da Secretaria de Educação, o coordenador do Desenvolvimento do Ensino Superior (CODES), Paulo Pontes, afirmou que “os processos que se encontravam na Secretaria de Administração seriam pagos na folha do mês de maio”. Entretanto, apesar da propaganda do governo, nada chegou aos contracheques da categoria.

Em uma clara estratégia para ganhar o apoio da opinião pública, o governo divulga inverdades sobre o processo de negociação com o Movimento Grevista. Os processos publicados no Diário Oficial, e não implementados na folha de pagamento, são uma pequena amostra do quanto o governo distorce as informações para confundir a comunidade acadêmica.

Segundo informações da Gerência de Recursos Humanos da UESB, o pagamento das promoções e progressões depende da autorização da SAEB, que ainda não o fez. A GRH também afirmou que os dados necessários para a liberação dos recursos foram enviados pela Universidade. Já os cálculos referentes à retroatividade, serão feitos após o lançamento nos contracheques.

O governo petista não cumpre direitos trabalhistas garantidos por lei e esconde a verdade da população baiana. O Movimento Docente em greve há 49 dias exige respeito! O descaso com as Universidades Estaduais e com os servidores públicos não serão tolerados. Portanto, o governo Rui Costa é o único responsável pela manutenção da greve e os prejuízos gerados pela suspensão das atividades.

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Redação
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