Deputado Arthur Maia reafirma compromisso com a defesa do rio São Francisco

Arthur Oliveira Maia e Eduardo Motta.

Arthur Oliveira Maia e Eduardo Motta.

Presidente da Frente Parlamentar de Defesa e Desenvolvimento do Rio São Francisco, o líder do Solidariedade, Arthur Oliveira Maia BA, reuniu-se hoje com  o diretor da Área de Revitalização das Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco da Codevasf, Eduardo Motta,para discutir o Plano de Preservação e Recuperação de Nascentes da Bacia do Rio São FranciscoPlano Nascente, que tem o propósito de guiar ações de recuperação de dez mil nascentes situadas na bacia do São Francisco.

“Devemos envolver toda a sociedade. Temos que construir uma solução economicamente sustentável. Em vez de preservar o rio, todo mundo quer tirar mais um pouquinho dele. Isso é preocupante. O Velho Chico não pode morrer”, disse Arthur.O parlamentar defendeu a elaboração de um plano diretor que projete ações de curto, médio e longo prazos em favor do Rio São Francisco. “Seria um projeto continuado para todas as gerações futuras.

Penso que essa pauta deve ser tratada como prioridade nacional”, disse. Ele criticou o que chamou de obras faraônicas, como a transposição do Rio São Francisco, e defendeu medidas simples que gerem riqueza à beira do rio e atendam as famílias ribeirinhas. “Eu sou a favor da privatização com a mão de obra local, com pequenos proprietários, inclusive dando oportunidade para uma atividade de subsistência  naquelas comunidades. É a forma mais barata e eficiente de preservar o rio”, opinou.O diretor da Codevasf informou que pela primeira vez a nascente do Rio, situada no Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais, secou.

“O foco das ações é a preservação e a recuperação ambiental de nascentes, berçário, das águas, e de suas áreas de recarga hídrica”, afirmou. A revitalização do Rio só terá êxito com a participação efetiva de toda a comunidade, dos governos, das prefeituras e da sociedade civil organizada, disse ele, afirmando que quem está operando a revitalização hoje é a Codevasf, quando deveria ser toda a sociedade. “Tem que ser uma política de Estado e não de uma instituição sozinha”, destacou.

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