Planeta corrupção

Esgoto sanitário conectado à rede de drenagem pluvial amplia degradação ambiental.

Esgoto sanitário conectado à rede de drenagem pluvial amplia degradação ambiental.

Os últimos fatos noticiados pela imprensa mundial nos passam o sentimento de que transformaram o planeta terra em um grande esgoto a céu aberto, devido o alto índice de escândalos que predomina em todos os segmentos. Seja ele social, político, religioso ou financeiro.

Achava-se que a corrupção só ocorria no âmbito político onde seus componentes deitavam e rolavam com o dinheiro público e o erário passou a ser uma espécie de poupança destes mal feitores. Os crimes do colarinho branco sempre terminam em uma grande pizza.

Na religião, tiveram a cara de pau de lançar um perfume com “cheiro de Jesus”. Coitado do Mestre que foi transformado, mais uma vez, em produto de consumo e está frequentando as prateleiras do mal caratismo.

Há tempos passados o futebol era simplesmente um esporte praticado principalmente por pessoas de pouca renda, mas, com o advento das transmissões televisivas, veio a ser um negócio dos mais rentáveis do planeta. O que era uma prática sadia passou a ser um dos principais – junto com a corrupção na política partidária e/ou religiosa – veículos de desvirtuação em prol do mau-caratismo.

Pode-se dar como exemplo os “velinhos da FIFA” mancomunados com os “velinhos da CBF”, sem citar as possíveis Redes de TV que compram e vendem campeonatos de futebol, resultados de competições e que já foi denunciado no Senado Brasileiro, tudo isso à base de altas propinas. Virou rotina usar o esporte bretão para aumentarem suas polpudas contas bancárias e financiar orgias com scotch girls.

Fala-se que problemas políticos internacionais fizeram todo este lixo do futebol mundial vir à tona. Segundo dizem, tudo começou porque a próxima Copa do Mundo será na Rússia. Mas não importa. O fundamental neste momento é investigar tudo não deixando, mais uma vez, estes acontecimentos sórdidos acabar em pizza.

Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. Saiba mais visitando: http://www.albertopeixoto.com.br