PF apreendeu R$ 3,1 milhões em empresa investigada na Lava Jato

A Polícia Federal desencadeou na manhã de quinta-feira (05/02/2015), a 9º fase da Operação Lava Jato. Cerca de 200 policiais federais, com apoio de 25 servidores da Receita Federal, cumprem 62 mandados judiciais sendo um de prisão preventiva, três de prisão temporária, 18 de condução coercitiva e 40 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. Esta fase é resultado da análise de documentos e contratos apreendidos anteriormente pela PF. Também contribuíram para esta etapa da operação. As informações oriundas da colaboração de um dos investigados, além da denúncia apresentada por uma ex-funcionária de uma das empresas investigadas.

A Polícia Federal desencadeou na manhã de quinta-feira (05/02/2015), a 9º fase da Operação Lava Jato. Cerca de 200 policiais federais, com apoio de 25 servidores da Receita Federal, cumprem 62 mandados judiciais sendo um de prisão preventiva, três de prisão temporária, 18 de condução coercitiva e 40 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina.
Esta fase é resultado da análise de documentos e contratos apreendidos anteriormente pela PF. Também contribuíram para esta etapa da operação. As informações oriundas da colaboração de um dos investigados, além da denúncia apresentada por uma ex-funcionária de uma das empresas investigadas.

A Polícia Federal apreendeu R$ 3,1 milhões na nona fase da Operacão Lava Jato, deflagrada na quinta-feira (05/02/2015). A quantia foi encontrada na sede da empresa Arxo Industrial, em Santa Catarina, durante o cumprimento dos mandados de buscas e apreensões autorizados pelo juiz federal Sérgio Moro.

De acordo com balanço divulgado no sábado (7), os agentes também encontraram notas de dólares e euros, além de 500 relógios de luxo. Os valores foram depositados em uma conta judicial na Caixa Econômica Federal.

Segundo o advogado dos sócios da empresa, Leonardo Pereima, os valores encontrados eram para o pagamento de funcionários e de pró-labore de um dos sócios da empresa.

Para o Ministério Público Federal, Gilson João Pereira e João Gualberto Pereira, sócios da Arxo, e Sergio Ambrosio Marçaneiro, diretor-financeiro, pagavam propina para obter contratos com a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Todos estão presos na Superintendência da Policia Federal em Curitiba.

No dia 16 de janeiro, Cíntia Provesi Francisco, ex-funcionária do departamento financeiro, procurou o Ministério Público Federal (MPF) voluntariamente para denunciar os executivos. Aos investigadores, ela relatou que a empresa pagava propina de 5% a 10% nos contratos com a BR Aviation, divisão da Petrobras que atua no abastecimento de aeronaves.

Segundo Pereima, os sócios da empresa nunca pagaram propina para a Petrobras e não tiveram contato com o ex-gerente da estatal Pedro Barusco e nem com o ex-diretor de Serviços Renato Duque. Para a defesa, as acusações decorrem apenas de vingança da ex-funcionária, demitida por desviar cerca de R$ 1 milhão, segundo ele.

*Com informações da Agência Brasil.

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