Deputado Bruno Reis diz que Governo Wagner elege representante de empresários para atacar licitação do transporte

Bruno Reis: "As posições do senhor Manuel Ribeiro dependem de quem assina a carteira de trabalho dele".

Bruno Reis: “As posições do senhor Manuel Ribeiro dependem de quem assina a carteira de trabalho dele”.

O presidente do PMDB de Salvador, deputado estadual Bruno Reis, afirmou hoje (12/07/2014) que, ao eleger um representante do setor para ser porta-voz no caso da licitação do transporte público da cidade, o governo baiano demonstra que está a serviço dos empresários na guerra travada contra a gestão do prefeito ACM Neto. “O senhor Manuel Ribeiro, secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, escolhido para atacar a Prefeitura para tentar inviabilizar a licitação que vai melhorar a qualidade do transporte, era funcionário do Setps, sindicato patronal dos empresários de ônibus. Ele era gestor da operação consorciada das atuais empresas que operam o sistema. Por isso, defende um modelo de licitação que é melhor para os empresários, e não para a cidade”, salientou o peemedebista.

“As posições do senhor Manuel Ribeiro dependem de quem assina a carteira de trabalho dele”, provocou o parlamentar. “Agora, como secretário estadual, ele ressurge defendendo que os futuros concessionários que ganharem a licitação não paguem ao município a outorga pelo direito de explorar o serviço”, acrescentou o parlamentar. Em nota distribuída à imprensa, o secretário criticou a Prefeitura por utilizar como opção na licitação a outorga, que seria mais onerosa para os empresários. Ele defendeu a licitação por menor preço.  “Cabe perguntar: quais interesses ele defende? Da população que sofre com um sistema de ônibus de péssima qualidade que será beneficiada pela população ou dos empresários que podem vir a vencer a licitação e certamente gostariam de não pagar pela outorga?”, questionou o deputado.

Bruno Reis lembrou ainda que partiu do governo do estado o primeiro movimento contra a Prefeitura na questão da licitação do transporte público. “Quem tornou o ofício público foram as fontes do governo do estado. Eles deveriam era se preocupar com os sistemas de transporte sobre os quais o governador tem responsabilidade direta, como o ferry boat, que continua um caos. Ao invés disso, querem que a população de Salvador pague caro por um serviço ruim e não tenha mais direito a benefícios como o Bilhete Único e o Domingo é Meia”.

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