A corregedora-geral Eliana Calmon esclareceu ontem (03/02/2012) que a manutenção das competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não tem a ver com a investigação nas folhas de pagamento de 22 tribunais do país, suspensa no final do ano passado. Ainda assim, ela acredita que a decisão favorável conquistada dia 2 no Supremo Tribunal Federal (STF) poderá influenciar positivamente o desfecho desse caso. Segundo a ministra Calmon, como o STF estabeleceu “amplos poderes para a corregedoria (…), naturalmente se dará sentido ao julgamento do mandado de segurança [que trata do pente-fino nos tribunais], mas não significa que será líquida e certa a questão”. Os ministros julgaram uma ação contrária à resolução do CNJ que criou regras para as corregedorias investigarem ilícitos de magistrados. A ação foi proposta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Como resultado, a Corte derrubou liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello no final do ano passado. O outro processo a que a corregedora se referiu ainda precisa ser analisado pelos ministros. É o mandado de segurança em que três associações de juízes, entre elas a AMB, acusam a Corregedoria do CNJ de ter quebrado de forma ilegal o sigilo de mais de 216 mil juízes e servidores.
-
21/05/2012
CNJ abre processo contra desembargadores acusados de golpe de R$ 20 milhões -
21/05/2012
MPF recomenda que Conselho de Arquitetura registre profissionais da área -
21/05/2012
Em Feira de Santana, Audiência pública promovida pelo MPF busca consenso para o debate sobre o[...] -
17/05/2012
MPF investiga contínua degradação ambiental em areais de Ilhéus