Os governos do Brasil e de Moçambique estão participando de uma parceria internacional para combater 10 doenças tropicais até 2020. A iniciativa, anunciada nesta segunda-feira em Londres, foi firmada no Royal College of Physicians. A parceria é considerada a maior colaboração coordenada de combate a doenças tropicais. Participam do projeto 13 empresas farmacêuticas, a Organização Mundial da Saúde, o Banco Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates. Novos Remédios Batizada de “Declaração de Londres sobre Doenças Tropicais Negligenciadas”, a ação deve ajudar a melhorar a vida de cerca de 1,4 bilhão de pessoas, em todo o mundo, afetadas pelas doenças tropicais. Entre elas estão: leishmaniose, doença de Chagas, hanseníase, tracoma e doença do sono. Os governos de Bangladesh, Brasil, Moçambique e Tanzânia, onde as doenças tropicais são endêmicas, informaram que irão implementar planos integrados para combater o problema, além de investir mais dinheiro na prevenção. O ministro da saúde moçambicano, Alexandre Manguele, contou que o governo já tomou as medidas para eliminar as doenças tropicais e reforçou o compromisso do país com o controle. Pesquisa e Desenvolvimento Já o Brasil foi representado no encontro por Jarbas Barbosa, do Ministério da Saúde. A medida inclui a troca de experiências para acelerar a pesquisa e o desenvolvimento de novos remédios contra as doenças tropicais. A Fundação Bill & Melinda Gates informou que doará à iniciativa US$ 363 milhões, equivalente a R$ 617 milhões, para os próximos cinco anos. A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, afirmou que os trabalhos coordenados da OMS com pesquisadores, parceiros e indústria farmacêutica têm ajudado a mudar a situação das doenças tropicais.
-
21/05/2012
Al Qaeda reivindica autoria do atentado suicida que matou 96 e feriu mais de 300 no Iêmen -
21/05/2012
Irã demite diplomata suspeito de molestar meninas no Brasil -
21/05/2012
Alemanha rejeita proposta da França para emitir eurobonds -
21/05/2012
G8 tenta superar diferenças e abraçar ‘crescimento com responsabilidade’