Um país emergente sem pobreza extrema. Esta é a visão do plano “Brasil sem Miséria”, apresentada pelo Governo Brasileiro à 50ª. sessão da Comissão para o Desenvolvimento Social das Nações Unidas. O evento, realizado na sexta-feira, em Nova York, contou com a presença do secretário nacional de Renda e Cidadania, Luis Henrique Paiva. Nesta entrevista à Rádio ONU, ele falou sobre a participação da sociedade na ação de combate à pobreza no país. Parcerias “A ideia é, de fato, superar a extrema pobreza, fazer com que a população brasileira possa olhar a si mesma, e ter a certeza de que a extrema pobreza faça parte do passado brasileiro e não do presente. É por isso que se está trabalhando. É por isso que o Governo Federal está fazendo parcerias com os governos estaduais, municipais, com empresas estatais. Enfim, é uma grande mobilização nacional para que a pobreza extrema faça parte do passado.” O Plano Brasil sem Miséria inclui as ações do Bolsa Família que atendem 50 milhões de pessoas no país. De acordo com o secretário Luis Henrique Paiva, este ano, o Bolsa Família deverá receber US$ 10 bilhões, equivalentes a R$ 17 bilhões. Ao todo, o orçamento do programa representa 0,4% do Produto Interno Bruto. O secretário nacional deve retornar a Brasília nesta segunda-feira.
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