Aos condôminos e freqüentadores do Condomínio Lagoa Dourada

Este no futuro, será igual aos que atearam fogo no índio Galdino, estupraram uma doméstica de 17 anos, agridem mendigos, roubam, saqueiam, etc.

No último final de semana (4 e 5 de fevereiro 2012), no Condomínio Lagoa Dourada, Ilha de Itaparica, um adolescente ou pré-adolescente, querendo fazer uma “merecida homenagem” a sua querida MÃE, riscou na chaparia do meu carro a palavra “PUTA” e, em seguida, praticando um ato criminoso, arranhou, certamente com algum objeto cortante, toda a lateral do veículo até o capô.

Este nojento filho da puta, talvez frustrado com a situação de insucesso de seus pais – inveja exacerbada – ou pela sua própria condição de filho de um corno, resolve desaguar todas as suas magoas no patrimônio de pessoas que não tem nada a ver por ser ele fruto de uma família alicerçada no fracasso, na desídia, psicologicamente perturbada, e, vendo-se fruto de um ambiente adultero, principalmente por iniciativa de sua genitora, resolve desaguar seu ódio e/ou frustrações prejudicando terceiros. Este ser incognoscível deve cultivar um ódio interior aterrorizante; mortal e perigoso.

Este no futuro, será igual aos que atearam fogo no índio Galdino, estupraram uma doméstica de 17 anos, agridem mendigos, roubam, saqueiam, etc. Sem Deus no coração… Uma nau sem rumo certo seguirá, pelo resto da vida, o seu destino tenebroso e infeliz. Entrego este pervertido de má índole, sem caráter e sem criação, ao seu próprio futuro. Que Deus tenha pena dele.

Que o nobre leitor entenda este meu momento emocional e até me desculpe por alguns advérbios e frases de desabafo. Da mesma forma que foi a chaparia de um carro – um objeto – poderia ser coisa pior como as supracitadas. O ódio incrustado neste ser, pode gerar uma frustração crônica e vir a denotar uma insanidade impar. Atitudes como estas têm que ser mais bem verificadas e cuidadas porque poderia ser “vidas humanas” e, graças a Deus, só foi o meu carro.

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Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.