Carlos Geilson quer debater criação da Região Metropolitana de Feira de Santana e Luizinho Sobral pede reabertura do Hospital Municipal de Irecê

Carlos Geilson quer debater criação da Região Metropolitana de Feira de Santana

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) apresentou hoje (15/02/2011), requerimento solicitando a realização de sessão especial para debater a criação da Região Metropolitana de Feira de Santana. “Este é um antigo sonho dos moradores de Feira de Santana e região e já foi tentado aqui nesta Casa Legislativa. Vamos aproveitar esse novo momento de desenvolvimento de Feira para tentarmos aprovar essa matéria, que terá grande repercussão para a região”, disse Carlos Geilson.

De acordo com o deputado, Feira de Santana é reconhecida pela sua vocação natural para desenvolver o comércio, a indústria e serviços. “Pela sua posição geográfica, o município pode ser apresentado como sendo capaz de prover condições para o atendimento de demandas sociais e econômicas de inúmeras cidades da região. Feira de Santana pode ser considerada como um centro metropolitano dinâmico, propulsor do desenvolvimento das cidades existentes no seu entorno”, defendeu Carlos Geilson.

O deputado destacou ainda que Feira de Santana se transformando em região metropolitana poderá captar recursos para implantação de políticas públicas inovadoras e estruturantes, que contribuam com o desenvolvimento regional. “A cidade de Feira de Santana não tem sido reconhecida pela sua importância geo-econômica, política e social”, enfatizou Carlos Geilson. “O momento é oportuno e inadiável para a sociedade discutir e analisar a real possibilidade de criar a região metropolitana de Feira de Santana. O estado tem se mostrado ausente na apresentação e execução de uma política cristalina voltada para a potencialização da organização econômica e territorial no Estado. Ainstituição da região metropolitana de Feira de Santana poderá propiciar a execução de funções públicas compartilhadas pelos municípios e pelo Estado, tornando-os mais eficientes na gestão orçamentária e financeira do bem público e por tornarem-se comum ao âmbito metropolitano. Essa é uma possibilidade real de promovermos um novo momento político administrativo na organização do Estado da Bahia”, concluiu o parlamentar.

Luizinho Sobral pede reabertura do Hospital Municipal de Irecê

Na reabertura dos trabalhos legislativos, hoje (15/02), o deputado estadual Luizinho Sobral (PTN) solicitou à prefeitura municipal de Irecê que reabra imediatamente o Hospital e Maternidade Josefa Ismael Sobral. A unidade foi fechada em 2009 sem que a prefeitura desse uma justificativa à população, reduzindo a oferta de atendimento médico para a população local, trazendo vários prejuízos à cidade. “Após o fechamento, a prefeitura transformou a unidade de Saúde e um posto do Programa Saúde da Família (PSF), atendendo pequenas ocorrência de baixa complexidade, apenas três vezes por semana, duas horas por dia, com um único profissional da área médica, o que tem trazido sérios prejuízos à comunidade local”, disse o deputado Luizinho Sobral.

Segundo o deputado, o fechamento da unidade municipal se deu após a inauguração do Hospital Regional, pelo Governo do Estado, mas este se tornou insuficiente para atender toda a comunidade da cidade e da região. “Acreditavam que o Hospital Regional desse conta do atendimento da comunidade, mas isso não é uma realidade e os pacientes estão enfrentando grandes filas para receber atendimento”, disse o deputado. “Não podemos esquecer que Irecê é um importante polo regional e a rede de saúde termina prestando atendimento a várias cidades do entorno de Irecê, o que tem sobrecarregado o Hospital Regional”, completou Sobral.

O deputado sugere, inclusive que a unidade municipal deve prestar atendimento de baixa complexidade, aliviando o atendimento do Hospital Regional, como tem se verificado nas experiências desenvolvidas inclusive na capital baiana. “Para a população de Irecê, a reabertura do Hospital Municipal representa grande mudança no atendimento médico e os hospitais municipais devem ser reabilitados e capacitados para continuar oferecendo atendimento médico, de modo eficiente, com pessoal, medicamentos e serviços administrativos qualificados”, defendeu Luizinho Sobral.

Deputado Gilberto Santana pede ação da Segurança Pública para reverter índices de criminalidade na região de Itabuna

O deputado estadual Coronel Gilberto Santana (PTN) pediu hoje mais empenho dos órgãos de Segurança Pública a fim de reverter os índices de violência na Bahia, principalmente na região de Itabuna, considerada hoje, segundo dados revelados pela imprensa, a cidade mais violenta do Estado. A cidade, quinta maior do estado em população, atingiu a marca de 73 mortes violentas para cada 100 mil moradores. O número das mortes violentas em Itabuna, proporcionalmente ultrapassou a capital, com uma média de 61 mortes violentas a cada 100 mil habitantes, segundo dados da Polícia Civil. O número máximo considerado aceitável pela ONU é de 16 assassinatos por cada 100 mil habitantes. Em 2011, já foram registrados 28 homicídios no município. De acordo com a polícia, 75% das mortes estão relacionadas com o tráfico de drogas.

“Vemos a violência crescer de forma assustadora em toda a Bahia. Nos últimos quatro anos, houve um aumento de 50% no índice de homicídios em todo o estado e uma redução da violência no Sul e Sudeste do país. A criminalidade está migrando para o Nordeste. Precisamos de mais controle nas divisas da Bahia com outros estados para impedir o ingresso dos bandidos no Estado e, aliado a isso, um trabalho rigoroso de inteligência”, afirmou o coronel Gilberto Santana.

O deputado disse estar confiante nas mudanças na estrutura da Segurança Pública e espera que as ações passem a dar resultados imediatos. Mas ressalva a necessidade do trabalho de inteligência. A Bahia é o quarto estado do país em número de homicídios que estão há mais de três anos sem solução. Ao todo, são mais de sete mil inquéritos policiais abertos até dezembro de 2007 e até hoje não concluídos. Os dados são de pesquisa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) divulgados ano passado. É a partir da conclusão do inquérito policial que deve identificar o autor do crime, que o Ministério Público pode denunciar o caso à Justiça para que haja a punição.

“Ai faz falta a investigação, o serviço de inteligência”, ressaltou o deputado, que é policial militar da reserva. Em Salvador, o número de inquéritos sem conclusão supera o de homicídios registrados entre 2007 e 2009. A capital concentra 68% dos homicídios sem solução do estado, com 4.823 inquéritos. Nas cidades do interior, o Ministério Público (MP-BA) encontrou, até o final do ano passado, outras 2.202 investigações sem conclusão, o que totaliza 7.035 no estado.

Segundo coronel Gilberto Santana, a sociedade não suporta mais os elevados índices de criminalidade. O Estado fechou 2010 com 4.856 assassinatos, ante 3.222 registrados em 2006. Em seu primeiro ano de administração, foram assassinadas 3.718 pessoas. Em 2008, o número subiu para 4.612 e chegou a 4.825 no ano seguinte. O Estado atribui a escalada dos homicídios ao tráfico de drogas. “A criminalidade somente será combatida com eficiência quando o governo atacar as mazelas sociais e investir em moradia, saneamento básico, educação, geração de empregos e ter uma estrutura de segurança pública forte”, concluiu o parlamentar.

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