Salário mínimo: enquanto governo não decide, orçamento recebe emendas para R$ 580 e R$ 600

A definição do valor do salário mínimo a ser pago a partir de 1º de janeiro transformou-se numa disputa entre o governo, a oposição e até partidos da base aliada, nas discussões do Orçamento da União para 2011, em análise no Congresso. De acordo com a Agência Câmara, emendas da base aliada estabelecem um valor de R$ 580, enquanto a oposição quer o novo mínimo em R$ 600.

O prazo para apresentação de emendas ao texto da proposta orçamentária terminou na última quarta-feira (10). Em seu relatório preliminar, o relator-geral do orçamento, senador Gim Argello (PTB-DF), manteve o salário mínimo proposto em agosto pelo governo: R$ 538,15. Esse valor contém apenas a reposição inflacionária dos últimos 12 meses.

Ao propor apenas a recuperação inflacionária do mínimo em 2011, o governo seguiu a política negociada há anos com sindicalistas e sua base política. Por essa política, o salário mínimo receberia sempre a inflação passada, acrescida do mesmo percentual do crescimento da economia de dois anos antes. Como em 2009 não houve crescimento, em 2011 o mínimo receberia apenas a inflação.

*Com informação da Agência Senado

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