O vento que me soprou | Por Leôncio Agostinho Ferreira

Era em 1949, quase no meio do ano

Eu me encontrava na beira daquele açude

Tranquiliamente pescando

Me lembro que o vento suavemente me soprou

Por algum momento eu fiquei pensando

Sentado naquela pedra

Por um instante imaginei assim

Meu Deus, será que o vento que sopra outros

É o mesmo que sopra em mim?

Imaginei que aquela brisa

Que eu nem podia ver

É fruto de uma realidade

Que nos ajuda a viver

Existem pessoas que não crer no PAI

Alguns dizem até que nunca o viu

Agora me digam que já viu o vento?

Embora já o sentiu

Hoje continuo me recordando aquele tempo

Naquela simples pescaria

Na beira daquele lago

Jamais esqueço daquele afago

Que a suave brisa me fazia: Deus

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