Adesão em massa consolida o Plano Oeste Sustentável

Com a adesão em massa de produtores da região Oeste, o Plano Estadual de Adequação e Regularização Ambiental dos Imóveis Rurais no Oeste da Bahia, batizado como Plano Oeste Sustentável, está sendo consolidado. A regularização ambiental da região é uma ação do governo do Estado, através das secretarias da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, (Seagri) e do Meio Ambiente (Sema), com a participação da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). Implantado numa região estratégica do ponto de vista do agronegócio e da conservação ambiental, o Plano servirá de modelo para outras regiões do estado.

O evento de adesão acontece nesta terça-feira, dia 11 de maio de 2010, no município de Luis Eduardo Magalhães, às 15 horas, no espaço Quatro Estações Eventos. Os secretários Eduardo Salles, da Seagri, e Eugênio Spengler, da Sema, estarão presentes. As adesões serão feitas por produtores dos municípios de Santa Rita de Cássia, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Correntina, Jaborandi e Cocos.

O secretário da Agricultura, Eduardo Salles, destaca que o Plano Oeste Sustentável visa solucionar o passivo ambiental no Oeste, acumulado por mais de 20 anos. O plano, disse Salles, envolve um conjunto de ações relacionadas à consolidação da gestão ambiental, com a promoção da adequação ambiental das propriedades rurais, licenciamento de atividades vinculadas ao agronegócio, cadastramento de propriedades, fomento dos usos alternativos do solo, recuperação de matas ciliares, definição e localização de reserva legal, monitoração do desmatamento e o incremento à conservação da biodiversidade.

Eduardo Salles afirma que desenvolvimento e sustentabilidade devem ser harmonizados, e destaca a convivência na Bahia da agricultura com o meio ambiente, representada pela integração que existe entre a Seagri e a Sema.

Por mais de 20 anos muitas propriedades rurais do Oeste baiano apresentaram algum tipo de pendência ambiental, fato que ocasionou um grande passivo ambiental, caracterizado por danos e degradação das áreas.

“A Bahia não pode prescindir da região Oeste para gerar desenvolvimento e riquezas no estado. E o Plano, que nasceu lá, evidencia uma situação única no país, em que Meio Ambiente e Agricultura dialogam e encontram caminhos para o desenvolvimento sustentável. Isso é segurança inclusive para quem quer investir aqui”, diz o secretário da Agricultura, Eduardo Salles.

“A expectativa é que consigamos, através do Plano e da adesão dos produtores, uma grande ação para regularizar todas as propriedades rurais, que são mais de setecentas mil em toda a Bahia, do ponto de vista ambiental. Isto, considerando a recuperação das APPs e a regularização das outras atividades econômicas que são desenvolvidas nas propriedades, independentemente de quais forem”, afirma o secretário de Meio Ambiente, Eugênio Spengler.

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