O trânsito babélico de Santo Antônio de Jesus

É fundamental que haja uma fiscalização mais rígida, principalmente nos pontos críticos da cidade, como na Praça Padre Mateus…

Transitar conduzindo um veículo pelas ruas do centro de Santo Antonio de Jesus é tarefa das mais difíceis que se pode imaginar. Chega quase perto do inimaginável. O trânsito desordenado da cidade já se transformou em uma verdadeira “guerra no transito”, tendo como aliados uma gama considerável de motoristas irresponsáveis, má sinalização, pedestres desatentos, o fluxo de veículos é controlado por uma guarda municipal mal treinada e que não entende nem os sinais que devem ser emitidos pelo apito que usam.

Esta situação bagunçada tem como grande colaborador os motoristas irresponsáveis. Estacionar em fila dupla ou atender celular ao volante, transgredindo as regras de condução do veículo, passou a ser uma coisa normal e poucas medidas são tomadas para que haja uma mudança neste tipo de comportamento. É fundamental que haja uma fiscalização mais rígida, principalmente nos pontos críticos da cidade, como na Praça Padre Mateus – onde não existe um horário pré-estabelecido para carga e descarga de mercadorias – e artérias circunvizinhas.

Bicicletas, motos, carroças e todo tipo de veículos de menor porte, transitam de forma babélica causando muitas vezes, acidentes que põem em risco a integridade física dos transeuntes. Os transportes alternativos – Topics e Vans – estacionam em qualquer lugar, mesmo sendo proibido, para embarcar ou saltar passageiros, ampliando o transtorno no trânsito. As vezes temos a sensação de que estamos na Índia, tamanha bagunça.

Para controlar a velocidade dos veículos, transformaram a cidade em um verdadeiro “Paraíso dos Quebra Molas”, o que é proibido por Lei Federal e que não é respeitada. Pode-se muito bem controlar a velocidade dos veículos através de equipamentos de última geração como: sensores de controle à velocidade – os conhecidos pardais – lombadas eletrônicas, semáforos, etc. Imagina-se que os quebra molas – existem até em passeios públicos, dificultando o transito dos cadeirantes; ver foto anexa – são para evitar que os veículos caiam nos diversos buracos existentes nas vias públicas.

Medidas urgentes precisam ser tomadas, porque como está, não dá mais para suportar.

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Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.