Em artigo, ACM Neto compara Jaques Wagner ao avô Antônio Carlos Magalhães

Em 9 de Dezembro de 2004, senadores após a aprovação do Relatório do senador Rodolpho Tourinho (direita), na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. A direita, o senador Antônio Carlos Peixoto de Magalhães.

Em 9 de Dezembro de 2004, senadores após a aprovação do Relatório do senador Rodolpho Tourinho (direita), na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. A esquerda, o senador Antônio Carlos Peixoto de Magalhães.

Em artigo publicado nesta terça-feira (20/04/2010) no jornal A Tarde, intitulado “A Bahia do presente sente falta de ACM”, o deputado federal ACM Neto (DEM) defende a tese de que o carlismo não morreu. Pelo contrário, acabou ficando mais forte no governo Jaques Wagner (PT).

O artigo, publicado na página 3 e que ressalta as qualidades de homem público do falecido senador e avô do deputado, afirma que “o carlismo está mais forte do que nunca porque a fraqueza e a incompetência do governo Wagner só aumentam as saudades de ACM”. Neto compara ACM com Wagner em vários momentos. “Wagner é um governador do papel, e não das obras de verdade, como era ACM, um político que mostrava os dentes pela Bahia”, diz.

“O carlismo vive porque o PT que aparelha o Estado e mente em propagandas jamais conseguirá mandar no coração dos baianos. O PT não conseguirá matar o carlismo porque a Bahia é livre. Livre para tudo. Inclusive para amar sem patrulhamentos seus filhos preferidos, como Mãe Menininha, João Ubaldo, Caetano, ACM, Jorge Amado, Irmã Dulce e muitos outros. É no coração dos baianos que o carlismo vive com mais intensidade”, acrescenta.

O artigo faz duras críticas ao governo Wagner, acusado de fazer mais propaganda do que de trabalhar. E críticas setores em que ACM sempre foi bem, como o combate à criminalidade e a luta pela atração de investimentos para a Bahia. “Wagner é tão condescendente com os outros estados nordestinos na disputa por empregos e desenvolvimento que hoje, certamente, é mais importante para Pernambuco do que para a Bahia, porque sua omissão fez a Bahia perder o protagonismo do desenvolvimento do Nordeste”, diz o texto.

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