Dilma comemora recorde de geração de empregos e ressalta parceria público-privada do Governo Lula

A pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, comemorou nesta quinta-feira (15/04/2010) o resultado do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) que mostra uma nova geração recorde de vagas formais no país em março e no primeiro trimestre. Segundo o Ministério do Trabalho, em março foram gerados mais de 266 mil empregos com carteira assinada, um recorde para o mês. Nos três primeiros meses do ano, o resultado também é o maior para toda a série histórica e houve a criação de 657,2 mil novos empregos com carteira assinada.

“Nossa previsão é um pouco mais conservadora de 1,6 milhão de empregos até o final do ano, mas o Lupi (ministro Carlos Lupi) está dizendo que vai passar dos 2 milhões. Nessa projeção aqui ele tem razão.De qualquer maneira esse é um dado que a gente tem que comemorar”, disse durante discurso para empresários na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

Segundo ela, isso só foi possível devido ao novo ciclo de crescimento criado no governo Lula, que acabou com uma espécie de enigma da Esfinge, “decifra-me ou te devoro”, no país. Na avaliação de Dilma, esse enigma foi decifrado pelo governo e o país passou a crescer e distribuir renda.

“Estagnação e desigualdade. A minha geração e a grande maioria de nós aqui sabem que essas duas palavras nos desafiaram ao longo de décadas como uma espécie da Esfinge, ou decifra-me ou te devoro, e nossos sonhos foram sendo devorados. É como se nosso país nunca chegasse ao que se esperava dele”, disse.

Ela salientou ainda que esse crescimento da economia e do emprego só foi possível porque o governo federal soube fazer uma parceria com o setor privado. “Nós recuperamos várias coisas, a capacidade do Estado em investir em infraestrutura, de buscar capacitação. E, sobretudo, transformamos o Estado em parceiro do setor privado. Nossa atitude sempre foi de parceria”, salientou.

Dilma ressaltou ainda a necessidade do setor privado de crédito aumentar sua participação no Brasil nos próximos anos, porque a demanda por financiamentos irá aumentar. “Eu espero, e o Luciano Coutinho, presidente do BNDES, já disse isso, que aumente a participação no mercado de ações e a participação dos bancos privados nacionais e internacionais no aumento de crédito. Porque vamos precisar de uma quantidade de capital muito grande. O BNDES vai ter R$ 125 bilhões, talvez mais. O Brasil sustenta o grosso desse investimento, mas é preciso que se incorporem os bancos privados, porque ficamos 25 anos sem investir e vários projetos de alta rentabilidade não foram feitos”, projetou.

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