Brasil está atrasado no uso de gás natural em veículos pesados, afirma presidente de associação

Rio de Janeiro – O Brasil está atrasado no uso de gás natural como combustível para veículos pesados, segundo o presidente da Associação Latino Americana de Gás Natural Veicular (ALAGNV), Rosalino Fernandes. Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que já existem no mundo cerca de 300 mil veículos movidos a gás. No Brasil, porém, Fernandes ressaltou que há apenas experiências.

O governo do Rio, principalmente, tem interesse em usar o gás natural veicular (GNV) para veículos pesados em razão da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. O estudo é para que a linha ligue a Penha à Barra da Tijuca. “A ideia é fazer a conversão ou usar ônibus de fábrica que sejam completamente a gás.”

Na América Latina como um todo, o panorama do GNV é positivo, de acordo com ele. No Peru, há um esforço do próprio governo para estimular o uso do gás natural em veículos leves e pesados. Na capital peruana (Lima), a construção de um sistema exclusivo de circulação de ônibus para transporte urbano, totalmente a gás, conhecido como BRT (Bus Rapid Transit) está em fase final. A previsão é de que esse sistema BRT comece a funcionar entre maio e junho.

Na Colômbia, o sistema de ônibus a gás já funciona há cerca de três anos em Bogotá. Outro sistema de BRT está em fase de conclusão na cidade de Medellín. “Há esforços também na Argentina e no Chile. Então, podemos dizer que está indo bem o desenvolvimento do GNV na América Latina.”

A expansão do uso do GNV não apenas para veículos leves, mas também para pesados, será um dos temas de um seminário internacional programado para maio, no Rio de Janeiro.

*Com informaçã da Agência Brasil

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