Comoção e especulações marcam a cobertura do tiroteio na base militar americana

Enquanto celebrava-se as ações heróicas dos primeiros a responder ao tiroteio em Fort Hood, repórteres testemunhavam a comoção das cerca de 40 mil pessoas para as quais a base militar texana era um refúgio das guerras do Iraque e do Afeganistão.

O Austin-American Statesman informou: “Os assassinatos ocorreram aqui, em território suportamente seguro, numa das maiores instalações militares do mundo, num povoado onde cada letreiro dá boas-vindas à casa dos soldados”.

As autoridades anunciaram rapidamente —e os meios de comunicação repetiram por horas— que o principal suspeito estava morto. No entanto, mais tarde tornou-se público que Nidal M. Hasan estava sob custódia em um hospital, explica a Associated Press.

A revista británica The Week fez uma análise das entradas em blogs sobre o tiroteio e informou que inclusive antes de todos os fatos relacionados ao o massacre estivessem claros, as pessoas utilizaram os blogs e o Twitter para debater as suas implicações.

O correspondente na Casa Branca da rede de TV ABC Jake Tapper escreveu: “Este é um momento para vir à tona o melhor dos americanos, não o pior. Doemos sangue, rezemos, desejemos o melhor e apaguemos os acontecimentos”.

Leia +

Tiroteio em Fort Hood mostra como Twitter pode ser usado para anunciar notícias urgentes (em inglês) (Poynter.org)

 O massacre em Fort Hood e o pesado obstáculo de duas guerras (Vanguardia)

*Com informações do Centro Knight

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