Mauá inicia mapeamento do artesanato baiano

Um detalhado – e inédito – trabalho de pesquisa sobre as particularidades da legítima arte baiana, em cada um dos 26 territórios de identidade do estado, configura-se no mais novo projeto implementado pelo Instituto Mauá. O público alvo são os artesãos autônomos, associações, cooperativas e núcleos produtivos.

Com enfoque sócio-econômico, histórico e cultural, a pesquisa pretende traçar um perfil de cada comunidade e diagnosticar as suas demandas, de forma a assegurar a implantação de projetos que, de fato, atendam as necessidades locais. “A Proposta de Pesquisa nas Comunidades Artesanais do Estado da Bahia atesta a relevância do artesanato enquanto patrimônio histórico e cultural, além de ratificá-lo como atividade econômica, propulsora de emprego e renda”, destacou a diretora do Instituto, Emília Almeida.

Encerrada a fase preliminar de planejamento, o programa entrou em vigor esta semana e uma equipe de técnicos do Mauá já está em campo nos municípios de Ribeira do Amparo e Banzaê – cidades do território Semi-Árido Nordeste, que abarca ainda Santa Brígida, Nova Soure, Jeremoabo e Cipó. Na próxima semana, um novo grupo será destacado para dar início ao processo de pesquisa no território Agreste de Alagoinhas/Litoral Norte, tendo, como ponto de partida, Rio Real.

As cidades integram o total de 115 municípios a serem estudados e mapeados pelo Instituto até o final de 2010, quando, então, será lançada uma publicação, relatando desde os estudos prévios e todo o processo de trabalho, aos resultados e reflexos na realidade de cada comunidade.

 

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