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Exposição no Amélio Amorim Conta a história do Trio Elétrico

“Corredor da História” é o tema da exposição itinerante que acontece no Centro de Cultura Amélio Amorim, entre os dias 9 e 13 de abril de 2008, com entrada franca. A mostra, uma realização da Bahia Gás e Governo do Estado, através do Faz cultura conta, por meio de 21 banners com fotos e textos, a história do Trio Elétrico, desde a invenção do “Pau Elétrico” por Dodô & Osmar, em 1942, até os dias de hoje. É organizada pela Terra do Som Produções e percorrerá as principais cidades do interior da Bahia.

A exposição começa com a amizade de Dodô e Osmar, em 1939. Mostra em seguida a formação do grupo musical “Três e Meio” e depois o surgimento do Pau Elétrico, instrumento de madeira maciça que evitava a microfonia. Com o tempo, o Pau Elétrico foi sendo modificado até que tomou a forma de uma guitarra, que na década de 70, foi batizada por Armandinho Macedo de Guitarra Baiana, por ser um instrumento que só existe na Bahia.

Inventividade baiana

Segundo Aroldo Macedo, filho de Osmar e organizador da exposição, a história do Trio Elétrico pode ser contada de uma forma lúdica e interessante, pois há episódios de pura graça e outros de uma inventividade própria dos baianos Dodô e Osmar. Pouca gente sabe, por exemplo, que na primeira vez que a Fobica foi às ruas, ela desceu a rua Chile e acabou subindo a avenida Sete de Setembro, na contramão, dando de cara com os Fantoches da Euterpe, até então o bloco mais tradicional do Carnaval de Salvador. Outra curiosidade é que o nome “Trio Elétrico” surgiu do conjunto musical formado por Osmar, Dodô e Temístocles Aragão, em 1950. Todos os três tocavam instrumentos elétricos, fabricados por Dodô e uma grande novidade na época. Foi esse trio que desfilou em cima da Fobica pela primeira vez.

A exposição, inclui, além dos banners, programação especial no dia 13, a partir das 18 horas, com palestra musical e uma peça teatral que conta como começou essa história e como o Trio Elétrico se transformou no grande negócio que é hoje. A peça tem no elenco as atrizes Maria Marighella e Nádja Turenkko e os atores Wanderley Meira e Everton Marco Santos. Durante a palestra, Aroldo toca bandolim e guitarra baiana. Em seguida, haverá um pocket show de Guitarra Baiana, com Aroldo na Guitarra Baiana, acompanhado por Gabriel Macedo na guitarra, Askê Mesquita na sanfona, Ronaldo Passos e Emanuel Stanchi na percussão.

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