Embrião e pessoa humana não se confundem, afirma Ayres Britto

Na seqüência da leitura de seu voto sobre a ação direta de inconstitucionalidade que pede a revogação de dispositivos da Lei de Biossegurança que autorizam a pesquisa com células-tronco embrionárias, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, afirmou que o embrião, o feto e a pessoa humana são três “realidades distintas que não se confundem”.

“Esta última [pessoa humana] não se antecipa à metamorfose dos outros dois organismos [embrião e feto], é o produto final. ‘Meta’ significa ir além de si mesmo para se tornar um outro ser”, explicou Britto.

“O zigoto extra-corporalmente produzido, cultivado e armazenado corresponde ao ditado popular de que uma andorinha só não faz verão”, acrescentou.

O ministro emitiu outros sinais de que votará a favor da continuidade das pesquisas. Um deles, ao destacar também que a proibição do aborto no Brasil,admitidas exceções em caso de estupro ou risco de vida à gestante, “não significa o reconhecimento legal de que em toda gravidez humana já existe a presença de duas pessoas”.

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