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Criminalidade está diminuindo no Brasil, destaca jornal dos EUA

O jornal cita o caso de Vila Boa, uma cidade de 4.300 habitantes em Goiás, considerada uma das mais violentas do país entre 2002 e 2004, que caiu para 298º no ranking Mapa da Violência nos três anos seguintes graças às ações do prefeito Waldir Gualberto de Brito.

Segundo o jornal, o prefeito adotou medidas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, investindo em programas públicos e sociais para combater as causas do crime.

Mas o CSM destaca que os esforços do prefeito não são a única força por trás da transformação, que viu o número de homicídios cair para um entre 2005 e 2007, em comparação com 11 nos três anos anteriores.

“Fatores externos ajudaram imensamente. Muitas das famílias mais pobres da cidade recebem uma renda regular através do Bolsa Família, um programa do governo que paga aos pais para manter os filhos na escola”, explica o CSM.

“A afiliação do prefeito ao PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pode ter ajudado a garantir fundos federais para seus programas públicos, algo reconhecido pelo próprio Brito.”

Além disso, diz o jornal, a abertura de uma usina de cana-de-açúcar nos arredores abriu centenas de postos de trabalho, injetando dinheiro na economia local.

Mas o CSM afirma que esta tendência também está sendo notada no resto do Brasil, e cita que a legislação restringindo o comércio de armas, adotada em 2003, teria tido algum efeito.

Outras medidas citadas são a proibição de venda de bebidas alcoólicas em algumas cidades depois da meia-noite, em dias de semana, e o aumento do policiamento nas ruas.

“No Rio de Janeiro, a taxa de homicídio caiu de 46,1 em 100 mil, em 2002, para 39,5 em 100 mil, em 2006, segundo dados da polícia, que costumam ser mais conservadores. No Recife, a cidade grande mais violenta do Brasil, a taxa caiu de 58,9 por 100 mil, em 2001, para 53,9 por 100 mil no ano passado, segundo a polícia. No Estado de São Paulo, o número de homicídios caiu de 12.800 em 1999 para 4.800 em 2007.”

No entanto, segundo a reportagem, especialistas alertam que ainda é cedo para dizer se a tendência vai continuar. “O Brasil tem 14 milhões de armas sem licença, segundo dados do governo.”

Mas ainda assim, diz o CSM, a tendência é animadora.

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