Alexandre Guedes e Márcia Short na XVII Lavagem dos Funcionários da Fundação Cultural do Estado

O cantor Alexandre Guedes, da Banda Motumbá, e a cantora Márcia Short, da Banda Cor de Mel, garantem a animação da XVII Lavagem dos Funcionários da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Eles foram eleitos rei e rainha, respectivamente, da Lavagem, que será realizada dia 14 de fevereiro, no centro de Salvador, a partir das 15h.

A festa revive muito dos antigos carnavais, com marchinhas, orquestra e desfile de carro alegórico. Tudo começa com um cortejo, com participação de baianas do Sesc e Orquestra do Maestro Reginaldo de Xangô, que sai da sede da Fundação Cultural do Estado, na Rua Chile, e segue até a Praça Pedro Archanjo, no Pelourinho. Lá, será realizada a coroação do rei e da rainha, que também cantarão, além de show com Aloísio Menezes, funcionário da Fundação Cultural do Estado e cantor do Cortejo Afro, e convidados.

A primeira Lavagem foi realizada em 1989 e nasceu de um protesto dos funcionários da Fundação Cultural do Estado sobre questões salariais. Não houve coroação de Rei e Rainha. Na época a Fundação Cultural funcionava no prédio da Biblioteca Pública, no bairro dos Barris. Três anos depois, quando a Fundação Cultural já tinha instalado a sua sede no Palácio Rio Branco, no centro da cidade e com entrada pela Rua Chile, foi retomada a idéia da Lavagem, não mais como protesto e sim como um grande grito pré-carnavalesco de seus funcionários. Foi a partir daí que se passou a eleger Reis e Rainhas.

“No início, nós fazíamos uma pesquisa entre os funcionários da Fundação Cultural para saber quem eles gostariam que fossem eleitos, mas de 1995 para cá passamos a homenagear artistas baianos com destaque na mídia nacional”, explica Jorge Raimundo Vasconcelos de Oliveira, membro da comissão organizadora do evento. A exceção, diz Jorge Raimundo, ocorreu em 2003 quando convidamos a cantora Márcia Freire e Bel, do Chiclete com Banana, que não puderam atender ao pedido em função da agenda comprometida com shows. “Tentamos ainda Durval Lélis, da Banda Asa de Águia, mas ele também já tinha compromissos assumidos anteriormente. Assim criou-se um impasse”, diz Jorge Raimundo. “Foi quando lemos no jornal que Toni Garrido, do grupo Cidade Negra, e Elba Ramalho viriam passar o carnaval em Salvador, a convite de Flora Gil, produtora e mulher do Ministro da Cultura Gilberto Gil. Fizemos o convite e eles aceitaram ser Rei e Rainha da XIII Lavagem dos Funcionários da Fundação Cultural do Estado”, conclui Jorge Raimundo.

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