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Vamos Dizer Não à Corrupção

Em uma primeira acepção, a palavra corrupção, que deriva do latim corruptus e, também, tem origem na palavra ruptura, significando quebrado em pedaços e, em um segundo sentido, apodrecido, pútrido. Definindo de uma forma mais ampla, corrupção política significa o uso de forma ilícita – através de gestores públicos, funcionários públicos e agentes privados – do poder político e financeiro com objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa. Significa, também, o rompimento ou desvio de um código de conduta moral, desvirtuando as regras morais, consideradas pela sociedade como justas, corretas e ilibadas.

A corrupção no Brasil está por toda parte. Nas instituições financeiras, no comércio, nas diversas secretarias de Estado e, principalmente, no mundo político. A corrupção no país poderia ser bem mais combatida se tivéssemos uma justiça séria.

Existem pessoas honestas no Brasil, mas, infelizmente, a quantidade de pessoas ímproba é assustadora, levando algumas pessoas a pensarem que a corrupção, por aqui, não tem mais jeito, procurando justificar esta infeliz realidade, com a nossa descendência. Somos, na maioria, descendentes de degredados europeus.

A honestidade, atualmente, está ficando cada vez mais extinta, principalmente na iniciativa publica, onde alguns servidores corruptos – na iniciativa pública ainda existe muita gente honesta – têm a proteção de seus “padrinhos” que sempre usam de sua influencia para engavetar processos administrativos dos seus afilhados corruptos, que, geralmente, são seus cabos eleitorais. O impressionante em tudo isso, é que quando ocorre mudança de gestores públicos, estes não procuram esclarecer – desengavetar – os atos corruptos destes funcionários irresponsáveis, vagabundos e safados, que adulteram documentos e/ou recebem propinas.

Já quiseram me convencer de que seria revanchismo reabrir esses processos, mas precisam saber, também, que o dinheiro desviado por esses maus-carateres, é fruto dos impostos pagos com o suor do nosso trabalho árduo e “honesto”, de cada dia.

Devemos fazer uma campanha em prol do desengavetamento desses processos, em nome da ética, do combate à corrupção; vamos lutar por nossos direitos, VAMOS DIZER NÃO À CORRUPÇÃO.

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Sobre o autor

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.