Premiê de Israel é interrogado por suspeitas de fraude

A polícia suspeita que, quando Olmert foi ministro das Finanças, em 2005, o premiê teria tentado manobrar a privatização do banco, para favorecer o milionário australiano Frank Lawi.

De acordo com a polícia, a investigação é complicada, pois, no final, Lawi acabou não concorrendo à privatização e será difícil provar que Olmert tentou influenciar o processo. Acredita-se que o andamento das investigações irá depender do testemunho do próprio primeiro-ministro.

O interrogatório de Olmert pelos investigadores da Unidade Nacional de Fraude, da polícia, começou na manhã desta terça-feira na própria casa do primeiro-ministro, em Jerusalém.

Olmert negou as acusações, afirmou que vai colaborar com a polícia para esclarecer o assunto e que se colocará à disposição durante as investigações.

Segunda investigação

Esta é a segunda investigação em andamento contra o primeiro-ministro de Israel.

O primeiro caso se refere à suspeita da compra ilícita de uma casa em Jerusalém, em 2004, também na época em que era ministro das Finanças.

Neste caso, Olmert teria recebido um desconto de mais de US$ 300 mil em troca de favores que teria prestado ao construtor, junto à prefeitura de Jerusalém, o que resultou em acusações de suborno e abuso de confiança.

Outros políticos do alto escalão de Israel também já se viram envolvidos em denúncias. No começo de 2007 o ex-presidente de Israel, Moshe Katsav, fez um acordo com o procurador-geral israelense para evitar acusações de estupro e uma possível condenação à prisão.

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